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A Economia de Francisco e a dignidade humana

Integrada no programa da Semana da Economia de Francisco

A AESE recebeu o Prof. Luís Cabral, a 14 de janeiro, para uma sessão sobre “A Economia de Francisco: explicada a economistas”. 

O conceituado economista português, Professor da NYU Stern e da AESE, explicou em que medida a Doutrina Social pode ser revisitada na atualidade. O Papa Francisco propõe um novo ênfase a questões já antes apresentadas por Leão XII: o mercado ser visto como um instrumento e não como uma ideologia; o problema do consumismo; o mito do crescimento económico como garante no combate à pobreza; e o lucro não ser o objetivo exclusivo da atividade empresarial.
Segundo o orador, a Economia de Francisco defende que as conceções referidas podem ser trabalhadas individualmente e em sociedade, em prol de uma maior dignidade e justiça humanas.
A Semana de Economia de Francisco
Esta sessão de continuidade surgiu ao abrigo de uma carta que o Papa Francisco dirigiu a todos os jovens, em maio de 2019, com um desafio de se preparar o Encontro em Assis, em março de 2020. 
A este propósito a AESE aceitou o repto da ACEGE-NEXT (membros da ACEGE com idade inferior a 40 anos) de se juntar numa parceria com a NOVA SBE e a UCP, a fim de organizar um programa, com várias iniciativas, ao abrigo da “Economia de Francisco”. Segundo a Prof. Maria de Fátima Carioca, Dean da AESE, “o desafio foi aceite por todos de imediato e com toda a energia.”
“Entretanto, a realidade ultrapassou-nos”, comentou. “O que poderiam ser sido iniciativas isoladas, transformaram-se numa dinâmica congregadora de várias entidades e de várias iniciativas, distintas e complementares, durante esta semana, e que designámos de “Semana da Economia de Francisco”.  
Uma alma nova à economia de amanhã
Ao dar as boas vindas aos participantes, a Prof. Maria de Fátima Carioca demonstrou que o Encontro de Assis: “é uma iniciativa muito desejada pelo Santo Padre: um evento que lhe permita encontrar-se com jovens (idealistas, empreendedores hoje e influenciadores do futuro) levando-os a estabelecer um “pacto” para mudar a atual economia e atribuir uma alma nova à economia de amanhã.” 
E o facto de ser uma mensagem dirigida especialmente aos jovens tem muito provavelmente a ver a crença que o Santo Padre tem “mais neles que noutras gerações. Porque são os que ainda se encontram em plena formação, porque são os grandes influenciadores, hoje e amanhã. Sobretudo porque, genericamente, se nota que entre eles, começam a pôr em prática atitudes diferentes.
Este posicionamente responde à “necessidade de uma economia diferente, recentrada na Pessoa, uma economia que, como refere o Papa na sua carta aos jovens: faz viver e não mata, inclui e não exclui, humaniza e não desumaniza, cuida da criação e não a devasta. 
“Na AESE acreditamos que, mesmo depois dos 40, podemos e devemos ser formados, podemos e devemos ter a abertura para mudar as nossas atitudes e hábitos em prol de um futuro mais sustentável, mais justo, mais inclusivo, mais humano.
É esse o nosso acreditar mais profundo, é isso que nos dá alma e onde se enraíza todo o trabalho de formação de executivos que aqui levamos a cabo há 39 anos.” “Afinal o mundo da economia, das empresas, do trabalho é multigeracional e daí que o tema a todos interesse.”
No final do encontro, no qual participaram cerca de 230 dirigentes e executivos, houve espaço para perguntas que o Prof. Luís Cabral respondeu com entusiasmo.A AESE recebeu o Prof. Luís Cabral, a 14 de janeiro, para uma sessão sobre “A Economia de Francisco: explicada a economistas”. O conceituado economista português, Professor da NYU Stern e da AESE, explicou em que medida a Doutrina Social pode ser revisitada na atualidade. O Papa Francisco propõe um novo ênfase a questões já antes apresentadas por Leão XII: o mercado ser visto como um instrumento e não como uma ideologia; o problema do consumismo; o mito do crescimento económico como garante no combate à pobreza; e o lucro não ser o objetivo exclusivo da atividade empresarial.Segundo o orador, a Economia de Francisco defende que as conceções referidas podem ser trabalhadas individualmente e em sociedade, em prol de uma maior dignidade e justiça humanas.

O conceituado economista português, Professor da NYU Stern e da AESE, explicou em que medida a Doutrina Social pode ser revisitada na atualidade. O Papa Francisco propõe uma nova ênfase a questões já antes apresentadas por Leão XIII: o mercado ser visto como um instrumento e não como uma ideologia; o problema do consumismo; o mito do crescimento económico como garante no combate à pobreza; e o lucro não ser o objetivo exclusivo da atividade empresarial.

Segundo o orador, a Economia de Francisco defende que as conceções referidas podem ser trabalhadas individualmente e em sociedade, em prol de uma maior dignidade e justiça humanas.

Esta sessão de continuidade surgiu ao abrigo de uma carta que o Papa Francisco dirigiu a todos os jovens, em maio de 2019, com um desafio de se preparar o Encontro em Assis, no mês de março de 2020. 


A Semana da Economia de Francisco 

A este propósito, a AESE aceitou o repto da ACEGE-NEXT (membros da ACEGE com idade inferior a 40 anos) de se juntar numa parceria com a NOVA SBE e a UCP, a fim de organizar um programa, com várias iniciativas, ao abrigo da “Economia de Francisco”. Segundo a Prof.ª Maria de Fátima Carioca, Dean da AESE, “o desafio foi aceite por todos de imediato e com toda a energia.”

“Entretanto, a realidade ultrapassou-nos”, comentou. “O que poderiam ser sido iniciativas isoladas, transformaram-se numa dinâmica congregadora de várias entidades e de várias iniciativas, distintas e complementares, durante esta semana, e que designámos de 'Semana da Economia de Francisco'”.  


Uma alma nova à economia de amanhã
Ao dar as boas-vindas aos participantes, a Prof.ª Maria de Fátima Carioca demonstrou que o Encontro de Assis “é uma iniciativa muito desejada pelo Santo Padre: um evento que lhe permita encontrar-se com jovens (idealistas, empreendedores hoje e influenciadores do futuro) levando-os a estabelecer um 'pacto' para mudar a atual economia e atribuir uma alma nova à economia de amanhã.” 

E o facto de ser uma mensagem dirigida especialmente aos jovens tem muito provavelmente a ver a crença que o Santo Padre tem “mais neles que noutras gerações. Porque são os que ainda se encontram em plena formação, porque são os grandes influenciadores, hoje e amanhã. Sobretudo porque, genericamente, se nota que entre eles, começam a pôr em prática atitudes diferentes. Este posicionamente responde à necessidade de uma economia diferente, recentrada na Pessoa, uma economia que, como refere o Papa na sua carta aos jovens, faz viver e não mata, inclui e não exclui, humaniza e não desumaniza, cuida da criação e não a devasta."

“Na AESE, acreditamos que, mesmo depois dos 40, podemos e devemos ser formados, podemos e devemos ter a abertura para mudar as nossas atitudes e hábitos em prol de um futuro mais sustentável, mais justo, mais inclusivo, mais humano. É esse o nosso acreditar mais profundo, é isso que nos dá alma e onde se enraíza todo o trabalho de formação de executivos que aqui levamos a cabo há 39 anos.” “Afinal, o mundo da economia, das empresas, do trabalho é multigeracional e daí que o tema a todos interesse.”

No final do encontro, no qual participaram cerca de 230 dirigentes e executivos, houve espaço para perguntas a que o Prof. Luís Cabral respondeu com entusiasmo. 



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