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As lições aprendidas com Miguel Mota Freitas

Conversas de Vida

Lisboa, 25 de outubro de 2019
Conversas deVida
A experiência da internacionalização do Grupo Sonae
Miguel Mota Freitas foi recebido pelos participantes do 18.º e 19.º Executive MBA AESE para uma sessão sobre Conserva deVida. A sessão com o CEO Worten & ISRG, em Madrid, aconteceu a 25 de outubro de 2019, em Lisboa.
Na sua trajetória profissional, o  convidado teve a oportunidade de acompanhar a presidência de Belmiro de Azevedo e a transição para, o seu filho Paulo Azevedo, na liderança do grupo Sonae.
Com formação em programação e gestão, Miguel Mota Freitas entrou muito cedo para a área financeira da Sonae, tendo transitado mais tarde para a área comercial do grupo.
Acompanhou a abertura dos supermercados Continente, da Worten e da Modalfa. E destaca como singular a “capacidade da marca se afirmar, conseguir ganhar a confiança dos clientes e crescer”, o que permitiu ir lançando outras insígnias, como é disso exemplo a Sportzone, Zippy, Wells.
O projeto do Colombo em Portugal foi muito longo. À data, a oferta de retalho não alimentar era reduzida. Valeu o desafio de trazer retalhistas estrangeiros e tornar o Colombo um caso de sucesso.
Miguel Mota Freitas considera que “entrámos com agressividade no mercado espanhol e na generalidade tivemos dificuldade em operar sozinhos no mercado internacional. É um mercado muito competitivo e as empresas têm de se preparar bem.” “Depois de processos negociais longos, a Sonae sobe ultrapassar algumas barreiras à entrada, porque houve a capacidade de perceber que eliminado-as era possível construir uma empresa mais competitiva”.
Hoje em dia, subinha que “os resultados são muito bons: vamos quase 2 anos à frente dos resultados expectados”. 
Trunfos para o sucesso
O grupo Sonae teve “o mérito de ter um líder com visão para reconhecer o valor de criar um negócio a nível da Península ibérica e sere obcessivo na persecução da sua estratégia.”
No seu caso particular, o CEO diz viver “muitos dos valores partilhados por Belmiro de Azevedo”. A aprendizagem contínua e o desafio permanente à abertura, a frugalidade, a informalidadee, o estar muito presente nas equipas são apenas algumas das práticas que perfilha como suas.
À sua exposição, o partcipantes tiveram ocasião de colocar questões respondidas com abertura pelo orador.

Miguel Mota Freitas foi recebido pelos participantes dos 18.º e 19.º Executive MBA AESE para uma sessão sobre Conversas de Vida. A sessão com o CEO da Worten & ISRG, em Madrid, aconteceu a 25 de outubro de 2019, em Lisboa.

Na sua trajetória profissional, o  convidado teve a oportunidade de acompanhar a presidência de Belmiro de Azevedo e a transição para o seu filho Paulo Azevedo, na liderança do grupo Sonae.

Formado em programação e gestão, Miguel Mota Freitas entrou muito cedo para a área financeira da Sonae, tendo transitado mais tarde para a área comercial do grupo.

Acompanhou a abertura dos supermercados Continente, da Worten e da Modalfa. E destaca como singular a “capacidade da marca se afirmar, conseguir ganhar a confiança dos clientes e crescer”, o que permitiu ir lançando outras insígnias, como é disso exemplo a Sportzone, a Zippy, a Wells. O projeto do Colombo em Portugal foi muito longo. À data, a oferta de retalho não alimentar era reduzida. Valeu o desafio de trazer retalhistas estrangeiros e tornar o Colombo um caso de sucesso.

Miguel Mota Freitas considera que “entrámos com agressividade no mercado espanhol e, na generalidade, tivemos dificuldade em operar sozinhos no mercado internacional. É um mercado muito competitivo e as empresas têm de se preparar bem.” “Depois de processos negociais longos, a Sonae soube ultrapassar algumas barreiras à entrada, porque houve a capacidade de perceber que eliminando-as, era possível construir uma empresa mais competitiva”. Hoje em dia, subinha que “os resultados são muito bons: vamos quase 2 anos à frente dos resultados expectados”. 


Trunfos para o sucesso
O grupo Sonae teve “o mérito de possuir um líder com visão para reconhecer o valor de criar um negócio a nível da Península Ibérica e ser obcessivo na persecução da sua estratégia.”

No seu caso particular, o CEO diz viver “muitos dos valores partilhados por Belmiro de Azevedo”. A aprendizagem contínua e o desafio permanente à abertura, a frugalidade, a informalidade e o estar muito presente nas equipas, são apenas algumas das práticas que perfilha como suas.

Na sequência da sua exposição, os participantes tiveram ocasião de colocar questões respondidas com abertura pelo orador.