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“Faz todo o sentido estar aqui”

Semana Internacional na AESE e no IESE

“Classifico nota dez” a semana internacional do PADE da ASM na Europa. Sofia Chaves, líder senior de Finanças e Administração da Anglobal, e participante na 10.ª edição do programa, não hesitou em destacar “a integração com as pessoas e em novas realidades. Estar tão perto de professores que conciliam a teoria com a prática é uma mais-valia” que esta semana proporcionou. “Tudo o que nos é passado, nós conseguimos aplicar no nosso dia a dia. E isso é o mais importante. Não é teoria. São práticas que consigo implementar na empresa onde trabalho.”

“Acho que faz todo o sentido estar aqui na Semana Internacional." António Henriques da Silva, CEO na Aliança Seguros, entende que esta experiência “nos ajuda bastante, quer em termos de coesão do próprio grupo, quer pelos conhecimentos externos às nossas companhias, às nossas realidades.” “Até conseguimos ver que daqui hão de sair amizades e parcerias duradouras”, acrescenta Gisela Diogo, Administradora do grupo Rock.

As motivações para os executivos terem iniciado a aventura do Programa de Alta Direção de Empresas são díspares. Sofia Chaves sentia “a necessidade de aprender mais e poder aplicar as melhores práticas de gestão, porque isso influencia muito” nos resultados. “Como líder senior na área financeira, tenho um grande impacto no crescimento da empresa.” Gisela Diogo, por “estar inserida numa empresa familiar, que durante muito tempo foi administrada por expatriados”, encontrou no PADE da ASM uma boa oportunidade de desenvolver as competências."

Uma transformação na forma de gerir e liderar as empresas
“Já recomendei o PADE a colegas meus”, diz José Castilho Manuel, Administrador Executivo do Banco Angolano de Investimentos. “Os Professores são altamente qualificados, com imensa experiência. Conseguem transmitir o conhecimento, fazendo com que o aluno se reveja.” “O PADE veio dar-nos abertura para pensarmos fora da caixa. Não nos limitarmos só ao que é a atividade, mas também em termos de network, na valorização do próprio colaborador, na valorização do cliente, olhar para a empresa de uma forma diferente, não no hoje, mas no futuro também, tendo em conta a atual globalização e a tendência de crescimento do mercado.”
Sofia Chaves refere que “depois de entrar para o PADE da ASM e com as aulas que vamos tendo, vejo o mundo de uma maneira diferente. Mudou completamente a minha maneira de decidir e de perspetivar as coisas. Vejo a necessidade de contribuir muito mais para a empresa.” Uma das transformações por si sentidas é “que vejo que por trás de um problema, há sempre uma solução. E que mesmo nos piores momentos de crises, nós podemos encontrar ali uma oportunidade.”
“Sinto diferenças, por exemplo, no processo de decisão”, comenta António Henriques da Silva. “O nosso programa é baseado nos case studies, que não nos dizem o que decidir, mas ajudam-nos a decidir. Com esta experiência temos mais habilidade e ponderação no processo de decisão.” “A cada semana que passa, saímos daqui tão enriquecidos e notamos o défice nas nossas estruturas. Agradecemos todo esse ganho, todo esse retorno que vocês nos dão, e as nossas estruturas e o nosso país, em última instância, é que beneficiam”, conclui Gisela Veloso.

Uma network alargada e duradoura
“Tive o privilégio de estar nesta turma com os principais decisores presentes no mercado angolano.” Sofia Chaves considera “que a minha rede de contactos se fortaleceu e muito.” António Henriques da Silva explica que partilha dessa opinião, “quer o nível dos colegas, mas também o dos docentes.”
No IESE, a tónica das sessões incidiu sobre o sucesso de uma empresa acontecer pela motivação das equipas, a liderança e o poder de decisão.”

Casos reais que inspiram
As visitas ao Millenniumbcp e ao Grupo Luís Simões foram muito apreciadas. Sofia Chaves admite que “ainda temos um caminho muito longo para andar.” Gisela Veloso retirou “várias lições" da empresa de distribuição e logística: "somos uma empresa de cariz familiar e normalmente neste tipo de empresas, nem sempre os membros da família percebem que, apesar de alguma maneira serem também donos do negócio, esse facto não é determinante para fazerem parte da administração e da estrutura da empresa.” O objetivo destas visitas organizadas consiste em que empresas de sucesso partilhem o que lhes garante a continuidade e a sustentabilidade do negócio, de forma a que os participantes possam aprender e adaptar à realidade das suas organizações.

O grupo regressou a Angola a 5 de junho.