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"Gerir pessoas é comunicar"

Ciclo “People and Management” com Joana Queiroz Ribeiro, da Fidelidade

Ciclo “People and Management” 
Com Joana Queiroz Ribeiro, da Fidelidade
Gerir pessoas é comunicar
"Comunicar, comunicar, comunicar" foi o mote da sessão apresentada por Joana Queiroz Ribeiro, Diretora de Pessoa e Organização na Fidelidade, que defende que a gestão faz-se por via da comunicação. O encontro de diretores de recursos humanos realizou-se na AESE, no dia 28 de novembro de 2018, no âmbito da iniciativa “People and Management”.
O mundo é VUCA: volátil, incerto, complexo e ambíguo, factos que condicionam a forma de liderar eficientemente as instituições. O sucesso passa incontornavelmente por “conhecermos muito bem as nossas pessoas, na dimensão profissional, social e familiar.
“O medo, a aversão ao risco e, por vezes, a inércia nas equipas” combatem-se com uma visão, uma missão e valores claros e partilhados por todos na companhia. Na verdade, “o conceito VUCA é uma boa desculpa para não se fazer nada.” 
Joana Queiroz Ribeiro explicou que “na Fidelidade, ajudamos as pessoas a ultrapassar a volatilidade ajudando a perceber para onde vamos e saibam do que falamos.” A companhia investe nos diferentes níveis de liderança da organização, porque “os responsáveis têm um papel essencial de alinhamento com a estratégia e com os valores.” O marketing não é suficiente, “é preciso um plano de desenvolvimento de competências”, assente nos valores institucionais. 
A incerteza do mundo em que vivemos causa dificuldade na tomada de decisões. “É fundamental ganhar mundo, fazer com que as pessoas sejam cada vez mais curiosas, que queiram aprender constantemente”, e se sintam inspiradas. 
A Fidelidade incentiva o diálogo intergeracional, estimulando a aprendizagem e a criação de uma rede, a fim de fazerem das suas pessoas embaixadores dentro e fora da organização. 
A complexidade exige “simplificar, dar feedback, dizer a verdade e ser autêntico, criar “personas” capazes de se adaptarem ao discurso dos diversos públicos da organização, numa lógica a que Joana Queiroz Ribeiro designa de “fato à medida”.
A ambiguidade pede agilidade nas organizações: “temos de ser muito rápidos na comunicação, garantir que serve para criar o sentido de urgência na empresa e selecionar os canais mais adequados para chegar a todos”, sendo que “muitas das vezes aquilo que os líderes têm de fazer é ouvir.”

"Comunicar, comunicar, comunicar" foi o mote da sessão apresentada por Joana Queiroz Ribeiro, Diretora de Pessoa e Organização na Fidelidade, que defende que a gestão faz-se por via da comunicação. O encontro de diretores de recursos humanos realizou-se na AESE, no dia 28 de novembro de 2018, no âmbito da iniciativa “People and Management”.





O mundo é VUCA: volátil, incerto, complexo e ambíguo, factos que condicionam a forma de liderar eficientemente as instituições. O sucesso passa incontornavelmente por “conhecermos muito bem as nossas pessoas, na dimensão profissional, social e familiar.“ O medo, a aversão ao risco e, por vezes, a inércia nas equipas” combatem-se com uma visão, uma missão e valores claros, partilhados por todos na companhia. Na verdade, “o conceito VUCA é uma boa desculpa para não se fazer nada.” 

Joana Queiroz Ribeiro explicou que “na Fidelidade, ajudamos as pessoas a ultrapassar a volatilidade, ajudando a perceber para onde vamos e para que saibam do que falamos.” A companhia investe nos diferentes níveis de liderança da organização, porque “os responsáveis têm um papel essencial de alinhamento dos colaboradores com a estratégia e com os valores.” O marketing não é suficiente, “é preciso um plano de desenvolvimento de competências”, assente nos valores institucionais. 

A incerteza do mundo em que vivemos causa dificuldade na tomada de decisões. “É fundamental ganhar mundo, fazer com que as pessoas sejam cada vez mais curiosas, que queiram aprender constantemente”, e se sintam inspiradas. A Fidelidade incentiva o diálogo intergeracional, estimulando a aprendizagem e a criação de uma rede, a fim de fazerem das suas pessoas embaixadores dentro e fora da organização. 

A complexidade exige “simplificar, dar feedback, dizer a verdade e ser autêntico, criar “personas” capazes de se adaptarem ao discurso dos diversos públicos da organização, numa lógica que Joana Queiroz Ribeiro designa de “fato à medida”.

A ambiguidade pede agilidade nas organizações: “temos de ser muito rápidos na comunicação, garantir que serve para criar o sentido de urgência na empresa e selecionar os canais mais adequados para chegar a todos”, sendo que “muitas das vezes aquilo que os líderes têm de fazer é ouvir.”


Legenda da fotogafia
Catarina Heleno, Executive Education Management na AESE, Joana Queiroz Ribeiro, Diretora de Pessoas e Organização da Fidelidade, Maria de Fátima Carioca, Dean da AESE,