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“Para se ser um bom líder, tem de se ser um bom ser humano”

Seminário AESE sobre Liderança virtuosa

“Os líderes nunca estão satisfeitos consigo mesmos. Estão sempre “a caminho”, esforçam-se por progredir durante toda a vida.”

“O propósito de vida” do fundador do Virtuous Leadership Institute, Alexandre Havard, traduz-se em “incendiar os corações para a magnanimidade, a fim de fazer florescer uma nova geração de líderes capazes de transformar o mundo para melhor.” Esta começou por ser a missão pessoal de Alexandre Havard e tornou-se também na missão do Instituto de Liderança virtuosa, gerado para encorajar a vontade e o intelecto dos indivíduos a alcançar a grandeza de ânimo, que se encontra em crise no mundo moderno.

Convidado da AESE para dirigir um seminário de 2 dias sobre “Como potenciar um perfil de liderança?”, o orador assenta a sua prática no conjunto de virtudes clássicas como: a prudência e a justiça (enraízadas no intelecto), a coragem e a temperança (sediadas na vontade), e a magnanimidade, a humildade (do foro do coração).  Na visão de Alexandre Havard, “a misão não é aquilo a que uma pessoa aspira ser, mas o que efetivamente já está a realizar no presente” e que um bom líder procura atingir excelentes resultados, mas também o melhor das pessoas que o rodeiam. Os líderes virtuosos “amam-nos, querem que cresçamos e ajudam-nos a encontrar um sentido para a vida”. A Liderança virtuosa funciona muito bem a longo prazo quando comparada com uma gestão de curto prazo, a qual visa a obtenção de resultados com prejuízo das pessoas e para a consolidação de uma cultura corporativa. “Para se ser um bom líder, tem de se ser um bom ser humano”, ter o desejo de servir.

Ensinar ética já não basta... Alexandre Havard propõe um  treino da liderança com base “na ação, na prática, na vida”: “Precisamos cada vez mais de uma liderança baseada nas virtudes da humanidade”.