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“Vontade de mais PDE’s!...”

Semana Intensiva de dirigentes angolanos em Lisboa

De 18 a 22 de setembro, o 11.º PDE da ASM veio a Lisboa vivenciar a semana intensiva incluída no porgrama. O espírito de simpatia e motivação é o denominador comunm deste grupo que deixou alguns fatores chave de sucesso identificados no programa e que os faz sentir terem investido numa aposta ganha.

“Os financeiros pensam muito nos proveitos e em baixas de custos, mas nem sempre as melhores decisões são baixá-los”. Marco Lutucuta, diretor financeiro da Hybris Soluções, comentou como o PDE da ASM tem sido fundamental nesta sua nova abordagem à gestão do negócio e das pessoas. “Por exemplo, na área do marketing que é a área que nos pode trazer mais dinheiro. Se calhar, para nós a parte de IT não tem tanta importância e convivendo com este grupo vou tendo outra visão de como poder decidir melhor para a nossa organização. Uma visão mais ampla, mais geral.”

Soraya Jaco, Diretora de planeamento e controladora de gestão na Imogestin, diz sentir-se “melhor decisora, porque mesmo no meu processo de decisão, por ter um dia muito corrido, às vezes era de impulso. Numa primeira análise acho que é isto, porque estamos sempre a correr com os assuntos urgentes e importantes e hoje, já consigo ponderar mais e ver este aspeto e aquele, o que alarga ainda mais a minha visão global. E já consigo perceber como é que esta decisão pode afetar o negócio todo, aquelas áreas sobre as quais só estou habituada a olhar para o relatório.”

Mell Chaves, Diretora de Conteúdos na Media Rumo, é de opinião que “em Angola, o maior desafio é encontrar as pessoas qualificadas dentro das empresas para as quais presto serviços.” O PDE “está a contribuir bastante, principalmente para mim, a nível de organização, de gestão de tempo e também para eu delegar cada vez mais. Passar mais responsabilidades às pessoas, dar também mais autonomia para crescerem” é um dos seus desafios. “Acho que o facto de tentar ser tão polivalente, depois acaba por prejudicar o meu trabalho, pois o meu desempenho tira-me o foco daquilo que verdadeiramente tenho de fazer.” Por isso, o programa “está a ser um contributo excelente. Estou a adorar!”

Em traços gerais, Andrei Machado, Subdiretor na área de private banking no Millennium Atlântico, caracteriza a network porporcionada pelo programa como muito positiva: “São pessoas diferentes, de áreas muito distintas, com muitos pontos de melhoria identificados e uma vontade de crescer e fazer parte de um legado que possamos deixar, com impacto não só nas empresas, mas também no país.” Do programa o take-away salda-se em “querer futuro, ambicionar por mais conhecimento, mais vontade de aprender, mais vontade – ainda que não possa dizer [risos] -  de mais PDEs!…”