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A Família cristã é uma utopia?


Descrição

"Há já quase um século, G. K. Chesterton escrevia: «O pensamento moderno é arrastado para o futuro por certa sensação de fadiga, não isenta do terror com que se contempla o passado. É impelido para os tempos futuros [...] e o aguilhão que o esporeia tão acintosamente não é a afeição pelo futuro [… mas o] medo do passado. Não simples medo dos males do passado, mas também medo dos seus bens […]. Houve fés tão flamejantes que não as podemos suportar; heroísmos tão extremados que a sua imitação se tornou impossível [...] O resumo da atitude moderna, em conclusão, é este: invente o homem novos ideais, já que não ousa esforçar-se para atingir os antigos. Olhem pois, entusiasticamente, para a frente, já que têm medo de olhar para trás» (Gilbert K. Chesterton).

Muito do vanguardismo recente tem mais de fuga cobarde do que de arrojo inovador. O ideal que norteia os revolucionários não parece ser uma nova utopia sobre o homem, mas uma simples reedição do velho pessimismo antropológico. Não é o amor ao homem que os move, mas o pânico de um desígnio que se lhes afigura gigantesco.

Contudo, a Igreja não desistiu do ideal matrimonial e familiar, um ideal de amor divino mas também humano. Agora, como há dois mil anos, as famílias são exortadas a viver com coragem e alegria este ideal, neste princípio do terceiro milénio da era cristã. Eis a proposta, audaz e realista, que o Papa Francisco lançou à Igreja e ao mundo, através da sua segunda Exortação Apostólica, A Alegria do Amor."

P. Gonçalo Portocarrero de Almada


Horário
17:45 | Receção dos participantes
18:00 | Conferência
19:30 | Encerramento


Professores

P. Gonçalo Portocarrero de Almada, Capelão da AESE

Metodologia

Conferência colóquio

Idiomas

Português

Locais
Lisboa

Data:

20 de setembro de 2016

Horário:

Das 17h45 às 19h30

Data limite:

18 de setembro de 2016

Preço:

Gratuito, mediante inscrição prévia