Diogo Alves Mateus

 

Depois de vários anos de atividade dirigente e, portanto, sujeito a muitas decisões e a uma evolução das várias organizações, sujeitar-nos a uma escola diferente, a novos métodos, essencialmente submeter-nos a uma nova aprendizagem foi um desafio. Não sendo originalmente um homem da gestão, entendi, de facto, que a forma como a AESE concebeu o PDE nos permitia – àqueles que não sendo de gestão mas que têm algumas responsabilidades nessa área – apetrecha-nos com um conjunto de ferramentas que, se pareciam importantes no início, agora são, de facto, bastante mais explícitas e ficaram muito enriquecidas. Esse foi essencialmente o objetivo, e hoje bastante confirmado com tudo o que foi o programa e o trabalho que desenvolvemos nestes seis meses. Em função dos dirigentes que frequentam o PDE tenho a certeza absoluta que, gradualmente, se poderá operar uma grande revolução sob o ponto de vista metodológico e organizacional, que porventura será a principal debilidade da administração pública portuguesa, para que outros colaboradores a assimilem tão depressa como se faz hoje nas empresas.
DIOGO ALVES MATEUS
VEREADOR E VICE-PRESIDENTE
DA CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL
"Depois de vários anos de atividade dirigente e, portanto, sujeito a muitas decisões e a uma evolução das várias organizações, sujeitar-nos a uma escola diferente, a novos métodos, essencialmente submeter-nos a uma nova aprendizagem, foi um desafio. Não sendo originalmente um homem da gestão, entendi, de facto, que a forma como a AESE concebeu o PDE nos permitia – àqueles que não sendo de gestão, mas que têm algumas responsabilidades nessa área – apetrechar-nos com um conjunto de ferramentas que, se pareciam importantes no início, agora são, de facto, bastante mais explícitas e ficaram muito enriquecidas.

Esse foi essencialmente o objetivo, e hoje bastante confirmado com tudo o que foi o programa e o trabalho que desenvolvemos nestes seis meses. Em função dos dirigentes que frequentam o PDE, tenho a certeza absoluta de que, gradualmente, se poderá operar uma grande revolução sob o ponto de vista metodológico e organizacional, porventura a principal debilidade da administração pública portuguesa, para que outros colaboradores a assimilem tão depressa como se faz hoje nas empresas."


Diogo Alves Mateus

 

Vereador e vice Presidente, 
CÂMARA MUNICIPAL DE POMBAL