AESE insight #125

[av_section min_height='' min_height_px='95px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' scroll_down='aviaTBscroll_down' custom_arrow_bg='#f37421' id='' color='main_color' custom_bg='#ffffff' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Artigos e Recomendações de leitura' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] AESE insight #125 > Thinking ahead [/av_heading] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Fotos-oradores.png' attachment='8224268' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='post,12013' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Eduardo Pereira ' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Diretor do PGL Porto e Professor de Fator Humano da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Haverá pior cego…? ou Os pontos cegos da liderança' color='' style='' custom_font='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] "Não há pior cego do que aquele que não quer ver". A sabedoria deste adágio popular é de entendimento fácil (ou assim parece), e já foi utilizado em inúmeras obras literárias, mas a primeira menção a esta exata expressão é difícil de precisar. Talvez a forma mais antiga conhecida seja “(…) povo insensato, e sem coração, que tendes olhos e não vedes, que tendes ouvidos e não ouvis”* . Mas esta não corresponde exatamente à mesma frase.
O sentido da expressão de “não haver pior cego” é que a cegueira voluntária dá-se quando alguém se recusa a reconhecer a verdade ou a realidade, e pode configurar-se como mais prejudicial ainda do que a cegueira física, por ser uma escolha deliberada de ignorância.
Existem outras expressões próximas tais como "Antes cego dos olhos, que cego da alma" ou "O preconceito é a cegueira da razão".
Se a palavra “preconceito” for usada no sentido de discriminação de pessoas, poderemos entender que discriminar alguém através de certo preconceito, moralmente reprovável, não terá fundamentos na razão. Isso mesmo se observa nas nossas relações humanas, quando se torna difícil eliminar um desses preconceitos meramente através de argumentos racionais para com essa pessoa. A pessoa não se demove, a sua razão estará “cega”.
Por outro lado, também se pode referir ao sentido etimológico original, mais amplo, preconceito como um “conceito formado previamente, que influencia o nosso bom julgamento de uma determinada situação”. Preconceito, neste sentido estaria aproximado do termo “enviesamento” (bias, em inglês). "The human understanding when it has once adopted an opinion draws all things else to support and agree with it.“**
O enviesamento cognitivo acontece quando tendemos a usar, interpretar, e favorecer informações que confirmam as nossas crenças pré-existentes, e ao mesmo tempo dando menos relevância a informações contrárias. Ou seja, o preconceito não nos “cegará” totalmente a razão, mas pelo menos fará com quem o nosso uso dela não seja pleno.
A todos os líderes, o pleno uso da razão parece ser fulcral para tomarem boas (ou seja, prudentes) decisões. Assim, pela lógica, se é preciso não “cegar” a minha razão, então devo evitar o enviesamento e o preconceito (ou “pré-conceito”). No entanto, “pré-conceitos” são elementos que estamos constantemente a usar no exercício da gestão das organizações e na atuação de liderança, e ainda bem. Podem ser ferramentas muito úteis na tomada de decisão. A nossa experiência fortalece um conjunto de convicções que podem tornar as nossas decisões mais eficazes e sobretudo mais eficientes, rápidas. Não faria sentido partirmos todos os dias para um trabalho munidos apenas de uma “folha em branco”, começando e recomeçando, sem nenhum conceito prévio. Nem seria eficiente que, para cada situação que exigisse a nossa decisão, usássemos exaustiva e constantemente toda a informação disponível. Por vezes, “fechar um olho” parece ser mais adequado, se a nossa função prática é orientada ao “getting things done”.
Na obra de Homero, encontram-se umas criaturas caracterizadas por certa falta de visão, os ciclopes, que possuíam apenas um olho. Os ciclopes têm um significado simbólico rico e plural: podem representar a ausência de civilização, a barbárie, uma oposição de força bruta face à inteligência (de Ulisses). O seu olho singular pode ser interpretado como a existência de uma visão limitada, unidimensional e incapaz de perceber nuances, contrastando com a astúcia e perspicácia do herói da Odisseia. No entanto, os ciclopes também têm um lado positivo na mitologia (posterior), como produtores e construtores (seriam “engenheiros de chão de fábrica”?), são os ferreiros divinos que fabricavam raios para Zeus e armas para os deuses, e também lhes é atribuída a construção de colossais muralhas.
Este simbolismo da mitologia pode ajudar-nos a perceber que, por vezes, para nos focarmos numa tarefa específica, uma construção ou fabricação concreta, poderá ser útil não se “ver” tudo, e ter “apenas” um determinado ângulo de visão.
Como foi dito anteriormente, o mais provável é que o preconceito (e o enviesamento) não cegue totalmente a nossa razão, mas apenas crie alguns “pontos cegos” (blind spots ****, em inglês) que evitam que consigamos usar toda a informação disponível, e consequentemente a razão plena.
No caso específico do exercício da liderança (que será desenvolvido a seguir) é o que se tem chamado de “leadership blind spot” mas existem outros tipos de “pontos cegos” relevantes, e também já abordados na literatura, por exemplo:
  • Os “blind spots” no autoconhecimento pessoal – pode ser a situação em que desconhecemos algo sobre nós próprios, e que muitas vezes os outros até conhecem, e bem. Veja-se a conhecida ferramenta de psicologia “Janela Johari” e como nos relembra a importância de nos abrirmos ao feedback daqueles que nos rodeiam, sejam nossos aliados ou inimigos.
  • Os “blind spots” ao nível de uma organização – estes podem desenvolver-se numa organização como um mecanismo de defesa para lidar com problemas resultantes das tentativas sucessivas para implementar estratégias ou objetivos irrealistas. Esses objetivos irrealistas originam processos de divisão, de culpabilização e de idealização entre as pessoas, e que permitem que a organização persista em linhas de ação provadamente malsucedidas 3 . Num nível menos estratégico, das funções de uma organização, há inúmeros tipos de “pontos cegos” que podem ser observados. Apenas para citar alguns: 1) na área financeira ao se ignorarem certos dados (financeiros e não financeiros) que têm impacto no desempenho, e também nos casos em que se ignoram riscos que sejam difíceis de quantificar e expressar em termos numéricos; 2) na área de operações ao não se calcular com precisão e regularidade a capacidade da força de trabalho, ou nos casos em que se planeie para condições médias sem ter em conta possíveis variações importantes; 3) na área do marketing ao se focar excessivamente na marca deixando de “ver” a experiência do cliente, ou nos casos em que se criam segmentos rígidos que não refletem a complexidade das identidades do cliente.
  • Os “blind spots” ao nível de uma comunidade inteira (ou uma corporação) – Um livro recente tratou este assunto usando como exemplo empírico os diversos pontos cegos no sistema de saúde americano com casos reais, tais como: a falta de transparência em resultados hospitalares, a "cultura do silêncio" entre médicos que não reportam erros ou práticas questionáveis de colegas, cirurgias e procedimentos desnecessários realizados por razões financeiras, informações inadequadas para os pacientes tomarem decisões informadas, o marketing hospitalar enganoso, a tecnologia médica adotada sem evidências adequadas de eficácia, entre outros. O autor argumenta que esses pontos cegos contribuem significativamente para erros médicos, que ele sugere serem a terceira principal causa de morte nos Estados Unidos.

Especificamente sobre pontos cegos da liderança (“Leadership blind spots”) que devemos evitar, apresentam-se alguns exemplos dos mais comuns.
Sobrestimar as próprias forças. É muito frequente que avaliemos as nossas capacidades de forma mais positiva do que os nossos colaboradores as percebem. Justamente quando temos pouca experiência numa certa área do conhecimento pode levar a que nos consideremos mais competentes do que realmente somos, por ignorarmos o potencial. A nossa posição hierárquica, e as funções associadas como as de avaliação dos outros, pode reduzir a vontade dos nossos colaboradores oferecerem críticas construtivas, e o efeito de "isolamento do poder" resultar em menos oportunidades para receber feedback honesto e direto. Além disso, dá-se aqui também um enviesamento cognitivo relacionado com uma certa “arrogância do sucesso”, quando o sucesso passado pode criar excesso de confiança ou mesmo arrogância, e os sucessos são atribuídos às nossas próprias competências, enquanto os fracassos são explicados por fatores externos.
Avaliar positivamente (apenas) pessoas semelhantes. Acontece quando selecionamos e recrutamos, mas também quando promovemos, pessoas com características semelhantes a nós próprios. Este processo origina equipas excessivamente homogéneas que depois partilham dos mesmos pontos cegos que nós próprios. Isto origina também que fiquemos com “cegueira” para talentos atípicos, ou seja não conseguirmos reconhecer o potencial em pessoas que tenham percursos, formação, e traços não convencionais, e/ou diferentes dos nossos.
Avaliar apenas o que é (facilmente) mensurável. Em parte, é o velho dilema objetividade versus subjetividade, em que muitas vezes damos maior ênfase ao que conseguimos medir com rigor, do que àquilo que é realmente importante. Por exemplo, é frequente que nos procuremos escudar num excessivo foco nas políticas formais negligenciando a cultura informal, as normas culturais reais e a própria identidade das outras pessoas. Leva muitas vezes a que os resultados se convertam no único fim em si mesmo, à custa da indiferença à forma como esses resultados são alcançados, por exemplo quando subestimamos o impacto da cultura no desempenho.
Delegar de forma insuficiente. Quando delegamos formalmente mas continuamos a controlar exageradamente cada detalhe e até interferindo na atividade da pessoa a quem delegámos, pode dar-se a ilusão que estamos a “ver” mais e melhor, pois afinal estamos mais “em cima”. No entanto, a realidade é tudo ao contrário: deixamos de ver que o delegado não tem responsabilidade, nem tem o poder necessário para tomar decisões, e que nos devolvem problemas, que nós aceitamos receber em vez de orientarmos e capacitarmos para que encontrem soluções. Dá-se a chamada “microgestão” e a falha em empoderar as pessoas adequadamente. Seja qual for a razão para o fazermos (perfeccionismo, medo de perder o controlo, o prazer que temos na execução, ou a falta de confiança), estas ações impedem a delegação efetiva.
Cair na armadilha dos “pontos cegos” normalmente não acontece por desonestidade, mas sim por descuido. No entanto a desonestidade também pode acontecer.
Pauline Stacey foi assassinada em Londres, pelo seu companheiro, que assim esperava herdar a sua fortuna. O mistério adensou-se porque ela estava totalmente sozinha quando caiu no poço do elevador do seu prédio, no preciso instante em que o presumível suspeito do crime estava a fazer uma “performance” em público, na sua varanda uns andares acima, com inúmeras testemunhas que o ilibavam perfeitamente. Tudo é desvendado no conto ficcional *****, de Chesterton, quando finalmente o detetive da história revela um detalhe que mais ninguém, exceto o assassino e a sua irmã, conhecia: Pauline torna-se totalmente cega, já há muito tempo, mas conseguiu esconder esse fato de quase todos.
Imaginemos agora dois tipos de situação: um quando uma pessoa finge que sabe algo que realmente não sabe, e outro quando a pessoa finge que não sabe algo que sabe. Este último caso é muito mais frequente nos dias de hoje, apesar de poder ser menos evidente. Em inúmeras discussões, reuniões, publicações, opta-se por não dizer tudo, não confrontar, ou porque não possuímos argumentação suficiente, ou porque dá trabalho, ou porque queremos “ficar bem” e não ir “contracorrente”. Estes dois tipos de situação não devemos chamar nem confundir com os “blind spots”, mas poderão ser chamados de “desonestidade intelectual”.

1) (Jeremias 5:21) 2) (Francis Bacon, Novum Organum) 3) Fotaki, Marianna, and Paula Hyde. "Organizational blind spots: Splitting, blame and idealization in the National Health Service." Human relations 68.3 (2015): 441-462. 4) (livro "Blind Spots" de Dr. Martin Makary, cirurgião e professor no Johns Hopkins University School of Medicine) 5) (“O Olho de Apolo”, de Gilbert Keith Chesterton) [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Fotos-oradores-1.png' attachment='8224325' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-125-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Reindustrialização da Europa: uma prioridade adiada? Diagnóstico da situação atual' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] António Manuel Vaz, Professor de Operações da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Luís-Cabral-Fotos-oradores.png' attachment='8224270' 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AESE insight #125

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Diagnóstico da situação atual ' color='' style='' custom_font='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] A 9 de setembro de 2024, Mario Draghi apresentou o relatório sobre o futuro da economia e da competitividade da UE. Este exercício de análise e planeamento estratégico, que complementa o relatório Letta sobre o mercado único publicado em maio do mesmo ano, faz um diagnóstico assertivo da situação atual da economia europeia e propõe um conjunto de medidas para desenvolver a indústria necessária à transição verde e à autonomia estratégica do bloco europeu. Adicionalmente, o relatório identifica formas de mobilizar o investimento necessário para tal, lançando as bases para a reindustrialização da Europa.
O relatório é claro quanto ao diagnóstico. O crescimento económico da UE tem sido consistentemente inferior ao dos EUA ao longo das últimas duas décadas, enquanto a China tem vindo a recuperar rapidamente o seu atraso. A diferença entre a UE e os EUA em termos de PIB, a preços de 2015, aumentou gradualmente de pouco mais de 15% em 2002 para 30% em 2023. Esta diferença é explicada pela menor produtividade europeia (que contribui em cerca de 72% para esta diferença), a qual se deve em parte a um efeito de portefólio, visto o setor que mais afetou os índices de produtividade nas últimas décadas ter sido o setor tecnológico, com uma presença menor na UE. Por outro lado, a China é atualmente uma economia maior do que a UE, sendo líder mundial na indústria transformadora. A economia chinesa, que em 2024 representava cerca de 17% do PIB global, é equivalente à da UE (17%), embora ainda esteja atrás dos EUA (26%). O valor acrescentado total gerado pelo setor industrial chinês (31%) é quase igual ao valor gerado pelos EUA e pela UE em conjunto.
Adicionalmente, a participação da UE no comércio mundial está a diminuir, com uma queda significativa desde o início da pandemia, e a posição relativa da Europa no que se refere às tecnologias avançadas que impulsionarão o crescimento futuro está em declínio. Apenas quatro das 50 maiores empresas de tecnologia do mundo são europeias. Entre 2013 e 2023, a participação da UE nas receitas globais no mercado da tecnologia caiu de 22% para 18%, enquanto a participação dos EUA subiu de 30% para 38%.
O desafio para a UE é considerável, pois se não conseguir aumentar a sua produtividade e o seu potencial de crescimento num contexto de envelhecimento da população, o seu modelo social e o bem-estar dos seus cidadãos podem ficar comprometidos. A Europa precisa urgentemente de acelerar o seu ritmo de inovação para recuperar a liderança no setor industrial.
Draghi propõe uma mudança radical neste domínio, sugerindo uma política industrial a nível europeu, coordenada centralmente, tal como acontece nos EUA e na China. O desenvolvimento desta política deverá contribuir para a concretização dos dois grandes objetivos para as próximas décadas: a descarbonização da economia e uma maior autonomia europeia, tanto económica como em termos de segurança, reduzindo a dependência do resto do mundo e aumentando a segurança do bloco europeu. Estes objetivos são ainda mais críticos no atual contexto geopolítico turbulento, agravado nos últimos meses pela alteração radical da posição dos EUA face ao comércio internacional, que coloca em causa alguns dos princípios que considerávamos consolidados. Trata-se, portanto, de um desafio existencial cujo resultado moldará o futuro de gerações.
Um novo paradigma para a atividade industrial europeia
Ao analisarmos os momentos verdadeiramente transformacionais da atividade produtiva ao longo da história, podemos identificar três grandes marcos. A 1.ª Revolução Industrial, iniciada na Europa no final do século XVIII, introduziu o conceito de mecanização, sobretudo com a invenção da máquina a vapor, tornando obsoleta a produção artesanal que vigorava até então. A partir de 1870, a eletricidade, o surgimento das linhas de montagem e a divisão do trabalho baseada no taylorismo, um sistema de organização do trabalho que consiste na divisão de tarefas, conduziu à 2.ª Revolução Industrial. Já a 3.ª, também conhecida como Revolução Digital, teve início na década de 1970 e foi impulsionada pelo emprego das primeiras tecnologias digitais no processo produtivo.
A visão sobre a perda de competitividade da indústria europeia face a outros blocos económicos não é nova e tem sido alvo de debate alargado e de inúmeras iniciativas nos últimos anos para tentar resolver o problema. Em 2013, a iniciativa alemã Plattform Industrie 4.0, que visava responder ao declínio do peso da indústria no PIB e à consequente perda de postos de trabalho no setor, que afetava particularmente a Alemanha enquanto principal potência industrial europeia, já destacava a importância de um novo paradigma industrial como fator crítico para a competitividade europeia no contexto global. O catalisador para esta mudança era a aplicação da tecnologia, com o objetivo de substituir o fator trabalho pelo fator capital. Este conceito foi adotado a nível mundial ao longo do tempo, dando origem à designação Indústria 4.0 ou quarta revolução industrial. A sua génese assenta num novo paradigma baseado na digitalização do setor produtivo, através da criação de "fábricas inteligentes", que integra tecnologias disruptivas tais como a Internet das Coisas (IOT), Cloud Computing, Inteligência Artificial (AI), Fabrico Aditivo e Analytics.
De acordo com um estudo recente da consultora McKinsey, as empresas que implementaram com sucesso estas tecnologias registaram reduções de 30 a 50% no tempo de indisponibilidade de máquinas, um aumento de 15 a 30% na produtividade, um aumento de 10 a 30% na produção e reduções de 10 a 20% nos custos de não qualidade. Estas inovações provocaram adicionalmente impactos em toda a cadeia de valor que, embora difíceis de medir, são ainda mais importantes: maior flexibilidade para responder à procura, maior rapidez no lançamento de produtos no mercado e melhor integração da cadeia de abastecimento.
Infelizmente, mais de uma década depois, o diagnóstico e a noção de urgência na ação identificadas nos dois relatórios acima referidos são os melhores indicadores de que não avançamos ao ritmo necessário e de que, em vez de reduzir, aumentamos a distância em relação a outros blocos económicos neste domínio. O Fórum Económico Mundial, através da sua iniciativa Global Lighthouse Network (GLN), identifica líderes no ecossistema produtivo que alcançaram um impacto excecional na produtividade e sustentabilidade através da transformação digital. Analisando a distribuição geográfica das empresas que compõem esta rede de excelência, verificamos que 41% estão localizadas na China, 20% no resto do continente asiático e apenas 28% na Europa. Este é um exemplo paradigmático de como, sendo a Europa a primeira a identificar o efeito transformador que as novas tecnologias teriam no processo produtivo, acabou por adotar as referidas tecnologias mais lentamente.
O papel dos gestores
A inovação e a transformação digital são cruciais para a reinvenção da base produtiva. Embora muitas iniciativas ao nível das políticas públicas sejam fundamentais para superar obstáculos estruturais que impedem as empresas de implementar e escalar estes processos de transformação, os gestores também têm um papel relevante na identificação e aplicação de estratégias de criação de valor nas suas empresas.
Analisando o que faz com que as empresas da Global Lighthouse Network se destaquem, verificam-se vários pontos comuns:

Foco no Processo - resistem à tentação de investir em cada nova tendência tecnológica que surge, investindo, em vez disso, cerca de quatro vezes mais na otimização dos processos e fatores humanos do que na tecnologia. O valor acrescentado de uma nova tecnologia raramente está na tecnologia em si, mas nas melhorias de processo que potencia. “Não automatizar um mau processo” ou “Não otimizar aquilo que não deveria existir” são dois princípios básicos, mas muitas vezes esquecidos.
Investir em Competências – não acreditam que a tecnologia por si só impulsiona a transformação digital. Em vez disso, fazem da transformação digital um trabalho de todos, integrando a tecnologia com as competências de negócio e digitais necessárias à reengenharia dos processos.
Produtização como forma de escalar – consideram critica a capacidade de produtizar as soluções desenhadas para não cair no purgatório dos projetos piloto, construindo manuais, procedimentos e ferramentas modulares, universalmente acessíveis, que permitem a evolução ao longo do tempo. O objetivo é que os trabalhadores do chão de fábrica possam aproveitar o potencial destas soluções sem terem conhecimentos demasiado especializados.
Abordagem centrada no ser humano– compreendem que a taxa de adesão continua a ser o fator crítico no processo de transformação digital. Para sustentar o seu impacto, é necessária uma abordagem centrada no ser humano para o desenho, implementação e gestão da mudança, em vez de uma solução "one size fits all". Desenham sistemas e interfaces que potenciam os pontos fortes dos colaboradores, num cenário em que a tecnologia apoia as competências das pessoas em vez de suplantá-las. Investem nas suas forças de trabalho, promovendo ambientes em que a inovação vem do chão de fábrica e não da gestão, envolvendo os colaboradores de forma holística no desenho e desenvolvimento de novas soluções. Como resultado, obtiveram uma redução média de 10-20% em tarefas sem valor acrescentado e uma melhoria de 25-30% na produtividade do trabalho.
Dos gestores não se espera que tenham o domínio das tecnologias, mas é critico que tenham a capacidade de articular o valor do digital para o futuro das suas organizações e consigam liderar de forma eficiente o processo de transformação. De acordo com um estudo da consultora BCG, 70% dos programas de transformação digital não atingem os seus objetivos, muitas vezes com consequências dramáticas para as organizações. Para evitar estas estatísticas de fracasso, esse mesmo estudo indica que é fundamental que os gestores sejam capazes de responder às seguintes questões:
Visão digital - como é que o digital está a mudar o setor? Que novas ofertas, modelos operacionais e modelos de negócios é que pode possibilitar? Que novos rivais pode capacitar?
Avaliação da vantagem competitiva - Como é que o digital está a afetar a nossa vantagem competitiva? Em que áreas estamos bem posicionados? Em que áreas estamos em desvantagem?

Lista priorizada de apostas digitais - quais as oportunidades que são consistentes com a estratégia de negócio, com base no seu potencial de valor e competências? Em que sequência devem ser abordadas?  Sem uma direção clara, a amplitude de possibilidades e a variedade de casos de uso e tecnologias podem fazer com que as organizações se vejam atoladas no purgatório de projetos piloto intermináveis que nunca acabam por escalar ou criar valor real.

Gap Analysis - Com base nas prioridades, quais são as lacunas em termos de recursos, organização e sistemas que necessitam de ser colmatadas? É fundamental investir nas pessoas. Sem os recursos e competências necessários, o processo de transformação terá poucas ou nenhumas probabilidades de ser bem-sucedido. No entanto, isto não significa que as competências digitais sejam o centro do processo de transformação. É fundamental garantir um equilíbrio adequado entre estas e as competências de negócio, visto a tecnologia não ser um fim em si mesmo, mas sim um catalisador para potenciar uma estratégia empresarial.
Roadmap de transformação - quais são os prazos, metas e responsabilidades para cada um dos programas? Que ações são necessárias para obter financiamento? É fundamental estabelecer um modelo de governação adequado, tendo sempre em conta que a agenda digital é liderada pelo topo.
Um apelo à ação
Apesar de o tema da reindustrialização da Europa, e especificamente de Portugal, ocupar a agenda política e mediática há muito tempo, parece agora haver uma conjugação de fatores e vontades que podem ser diferenciais face ao passado. A noção de urgência é o maior catalisador da mudança e, atualmente, já não há grandes divergências sobre a necessidade de ação imediata. No entanto, não podemos atingir este objetivo cometendo os erros do passado, nomeadamente desenvolvendo um setor industrial baseado na lógica de baixos salários e baixa produtividade, que não será verdadeiramente sustentável nem capaz de competir no mercado global.
Fontes: [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Fotos-oradores.png' attachment='8224268' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-125/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Haverá pior cego…? ou Os pontos cegos da liderança ' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' 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AESE insight #125

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Os leitores de uma certa idade recordarão a canção ‘Liberdade’, de Sérgio Godinho (álbum “À Queima-Roupa”, 1974). As palavras lembram-nos que “só há liberdade a sério quando houver/ a paz, o pão/ habitação/ saúde/ educação”. (Para melhor efeito, as palavras devem ser antecedidas de um “ai” e cantadas com o ritmo sincopado do original, uma espécie de pré-história do rap.) Para que fique claro, discordo profundamente da mensagem central, nomeadamente a necessidade da propriedade colectiva dos meios de produção. Aliás, assim como Zeca Afonso escreveu o ‘hino’ do 25 de Abril, ‘Liberdade’ pode ser considerada como a ‘marcha oficial’ do 11 de Março e da onda de nacionalizações que se seguiu.
Embora não partilhe a perspectiva marxista de Sérgio Godinho, a frase central de ‘Liberdade’ tem que se lhe diga. A liberdade é uma realidade multifacetada e complicada, impossível de tratar num artigo de 4000 caracteres incluindo espaços. Poderia citar Isaiah Berlin, Tomás de Aquino, e uma multidão de pensadores desde Aristóteles até aos nossos dias; mas, como admitia José Severino, “eu é mais bolos”, pelo que me centro aqui na ideia de que a liberdade passa também por um mínimo de condições materiais: a liberdade económica.
Segundo David Strayer, Frank Drews e Dennis Crouch, “as deficiências associadas à utilização de um telemóvel durante a condução podem ser tão profundas como as associadas à condução sob o efeito do álcool” (artigo de 2016 na revista “Transportation Research”). O efeito da conversa telefónica é diferente do efeito do álcool: enquanto que um embriagado tende a ser mais agressivo na condução, o condutor que conversa ao telefone — mesmo que em modo hands-off — reage mais lentamente a variações nas condições externas. Seja como for, o resultado final é semelhante: a probabilidade de acidente é maior.
Eldar Shafir, professor de Psicologia na Universidade de Princeton que falou nas Conferências do Estoril há um par de anos, oferece-nos uma das melhores explicações da liberdade económica. Juntamente com o economista Sendhil Mullainathan e outros, Shafir transfere a lógica do condutor distraído para o estudo das famílias pobres. A tese central é que a pobreza não se limita a um défice de recursos materiais, incluindo também o contexto em que as decisões são tomadas. O pai ou a mãe de uma família pobre estão constantemente pensando como pagar a conta do supermercado hoje ou a conta da electricidade amanhã. Estas ocupações e preocupações enchem o “espaço mental” de tal forma que as famílias pobres não pensam num horizonte temporal suficientemente longo e, como tal, tomam decisões erradas.
As políticas públicas podem ajudar no alívio da “carga cognitiva” da pobreza. Por exemplo, várias experiências mostram que a simplificação das candidaturas a auxílios sociais tem um enorme efeito na probabilidade de sucesso dos mesmos.
Os programas de literacia financeira também desempenham um papel importante. Por exemplo, muitos americanos pobres caem na armadilha dos cartões de crédito (com taxas de juro altíssimas) mesmo quando existem alternativas mais razoáveis de gestão da dívida. Sem prejuízo destes programas, uma política pública particularmente efectiva parece ser simplesmente dar dinheiro às famílias pobres. Os economistas são treinados para pensar que isto não é boa ideia: um dos princípios centrais da Economia é que as pessoas actuam com base em estímulos externos. Neste sentido, dar dinheiro sem nada em troca faz as pessoas preguiçosas, desincentiva os pobres a procurar emprego ou outras fontes de rendimento.
Sem prejuízo da importância dos incentivos económicos (ver o nome genérico da minha coluna), a perspectiva de que os apoios sociais perpetuam a pobreza é tanto injusta como incorrecta. Muitas vezes, a permanência na pobreza resulta não tanto dos apoios sociais como da falta desses apoios — e a carga cognitiva que leva os pobres a tomar decisões económicas erradas.
As políticas públicas podem ajudar no alívio da “carga cognitiva” da pobreza. Várias experiências mostram que a simplificação das candidaturas a auxílios sociais tem um enorme efeito na probabilidade de sucesso dos mesmos
Luís Cabral escreve de acordo com a antiga ortografia

Artigo publicado no Expresso [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Fotos-oradores.png' attachment='8224268' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-125/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Haverá pior cego…? ou Os pontos cegos da liderança ' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Eduardo Pereira , Diretor do PGL Porto e Professor de Fator Humano da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/04/Fotos-oradores-1.png' attachment='8224325' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-125-2/' target='' 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admin_preview_bg=''] How AI Can Help Managers Think Through Problems What Sets AI-Driven Companies Apart How AI is transforming strategy development 6 Ways AI Changed Business in 2024, According to Executives [/av_textblock] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' 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AESE insight #124

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Quando pensamos em diversidade, e em como a gerir nas nossas organizações, naturalmente que, mais além do business case, existe uma questão moral e ética que se baseia na profunda convicção de que todas as pessoas partilham a mesma dignidade inerente, o mesmo valor, os mesmos direitos e que tal facto nos chama a ser solidários uns com os outros, pela simples razão da nossa comum humanidade. Por isso, gerir a diversidade e promover o sentido de pertença é, simplesmente, a coisa certa a fazer.
Regressando ao business case, na verdade, analisando a abundante investigação sobre o impacto da diversidade, seja de sexo, etnia, idade, nacionalidade ou cultura, no desempenho, não se conclui que exista uma clara relação entre ambas as variáveis. Mas embora tal facto pareça corroborar que o desempenho é fruto de competências, conhecimento, atitudes mais além da diversidade, é, contudo, inegável que promover o desenvolvimento dos seus colaboradores potencia uma maior inovação, criatividade, eficiência e estes são fatores que, reconhecidamente, contribuem para o sucesso sustentável das organizações. Daí que a gestão da diversidade tenda, na prática, a traduzir-se numa gestão atenta a cada um, às suas especificidades, incluindo culturais, mas também sociais, etárias e tantas outras que fazem de cada um o ser único que é.
Aliás, esta capacidade de lidar com diferentes pessoas revela-se fundamental para os líderes de hoje. É crucial reconhecer diferenças legítimas e abordar desigualdades injustas, promovendo políticas e práticas que garantam que todos tenham a oportunidade de contribuir e beneficiar do que se constrói na empresa. Mais ainda, é responsabilidade dos líderes promover a unidade para além das diferenças, ou seja, cultivar condições para que todos possam prosperar em comunidade.
Nas nossas empresas, podemo-nos perguntar: há trabalhos ou funções que face a uma circunstância que faz algumas pessoas serem diferentes poderá tornar quem as executa vulnerável, marginalizado ou fragilizado? Como gerimos essas situações?
Esta unidade na diversidade corresponde à criação de um ecossistema em que todos contribuem para um mesmo fim, com autonomia e interdependência mútua. Como ecossistema, o equilíbrio entre demasiada diversidade, que pode ser desestabilizadora, e demasiada unidade, que levaria à esterilidade, é sempre delicado. No meio está a virtude, como o povo nos recorda. Mas esse equilíbrio, embora não seja fácil e dê trabalho, é, por seu turno, o garante de que as interações entre todos permanecem harmoniosas e bem coordenadas, formando um todo coeso e integral. Nas nossas empresas, podemo-nos perguntar: como alcançamos a unidade na diversidade, evitando o caos ou a estagnação por excesso de rigidez? Visto desta forma, num tal ambiente, as diferenças tornam-se um convite a olhar e ver a vulnerabilidade de uns e outros, começando por nós mesmos, e entender a dependência mútua que nos une, acolhendo a oportunidade de servir e cuidar dos outros e a oportunidade de nos deixarmos servir e cuidar por outros.
Todos temos um elevado nível de autonomia e, na maioria das vezes, desfrutamos com isso. Podemos, inclusivamente, chegar a pensar que é nisso que está o nosso principal valor: na facilidade com que agimos e decidimos por nós mesmos. Ou ainda pensar que é isso mesmo o que a sociedade nos exige enquanto adultos. Mas, a verdade é que haverá fases da vida em que dependemos totalmente de outros, em que teremos de permitir que outros cuidem de nós e outras fases da vida em que devemos ser nós a cuidar de outros. Nem sempre estaremos preparados para assumir a interdependência que a nossa vulnerabilidade exige, mas vale a pena refletir em 3 pontos.
Em primeiro lugar, sentimo-nos bem, sentimo-nos mais humanos, conforta-nos a alma, e o corpo, o facto de nos sentirmos apoiados, estimados e ajudados pelos outros, nomeadamente, nas situações de maior fragilidade. São momentos que se tornam inesquecíveis pelo seu grande teor de humanidade.
Para além disso, nascemos seres relacionais. E por isso mesmo, realizamo-nos na companhia de outros. Experimentamos o bom que é quando vivemos, trabalhamos, estamos juntos, em comunidade, seja na família, na empresa ou noutro qualquer ambiente. Sabemos a diferença que faz, para melhor, sermos parte de uma comunidade que nos protege do isolamento e da solidão, uma comunidade na qual não somos anónimos e com quem partilhamos a nossa intimidade e a nossa humanidade.
Por último, é no seio destas relações que aprendemos a estimar, a acolher e a cuidar dos outros e também deste mundo onde todos vivemos: a casa familiar, o bairro, a empresa, a cidade, o país, o mundo. A única maneira de construir um mundo à medida da nossa humanidade é fazer da humanidade, a cuidadora do mundo.
Que tem tudo isto a ver com o Dia Internacional da Mulher. Tudo! Em Portugal, as mulheres praticamente atingiram a paridade em termos de educação e da população empregada. Contudo, um olhar mais detalhado sobre os números reconhecerá que existem 3 tipos de atividades económicas que empregam 1 terço das mulheres e onde estas são a grande maioria, a saber: Saúde e apoio social (83,3%), Educação (75%) e Atividades de base familiar (98%). Pode argumentar-se que se trata de estereótipos culturais e que ainda existem barreiras de acesso a outro tipo de atividades. Sem dúvida. Mas esses argumentos são curtos face à dimensão dos números. Pode, por outro lado, argumentar-se que as mulheres, genericamente, se sentem mais atraídas por profissões com uma forte componente humana e onde a sua atitude, acolhedora e cuidadora, a par do seu desempenho fará, certamente, a diferença. Têm um conhecimento não apenas técnico, mas humano sobre as circunstâncias, um saber-cuidar que vem de gerações. Sem dúvida, também.
E por isso, a preocupação de trazer não apenas para o mundo social, mas também para o mundo económico e político mais mulheres, principalmente em funções com capacidade de decisão, deve ser uma preocupação genuína da nossa sociedade. Assim como o vice-versa, atraindo mais homens para âmbitos mais sociais. Para que em todos os ambientes estejam presentes ambos os olhares, de homens e mulheres, sobre uma mesma humanidade partilhada. Só nessa medida, poderemos aspirar a construir, em conjunto, uma sociedade não apenas do bem-fazer, mas do bem-cuidar; uma sociedade que cuide cada um e em que cada um cuide dos outros e do mundo; uma sociedade mais humana e mais resiliente, porque mais comprometida. Até lá, mantenhamos o alerta!

Artigo publicado no Dean's Corner do Jornal de Negócios [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/03/Fotos-oradores-AAbrunhosa.png' attachment='8223575' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-124-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Planear para que nada aconteça' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Agostinho Abrunhosa Associate Dean da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/03/Fotos-oradores-ACaldart.png' attachment='8223576' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-124-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Los Nuevos Gigantes del Asfalto: Cómo las Automotrices Chinas Están Redefiniendo el Liderazgo Global' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Prof. Juan Moreno. Executive Fellow. IESE Business School Prof. Adrián Caldart. Professor de Política de Empresa AESE Business School. Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='As recomendações de leitura' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] One Company A/B Tested Hybrid Work. 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What Is Operational Efficiency? Examples & Strategies [/av_textblock] [/av_one_full] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='Tip of the week' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] "A essência da estratégia não está em fazer o que todo mundo faz, mas sim em fazer o que ninguém mais faz ." Michael Porter [/av_textblock] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #124

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Assim, ter um plano de resposta a incidentes bem estruturado é fundamental para mitigar possíveis ataques, assegurar a rápida recuperação e a continuidade da organização. No entanto, é difícil conseguir orçamento para investir em segurança e para que nada aconteça. É sempre mais fácil conseguir verbas para fazer acontecer coisas. Mas se algo disruptivo acontece a própria continuidade da organização fica em causa. Segundo a Fundação CEOE , 6 em cada 10 empresas que enfrentam um ataque cibernético grave fecham.
No caso português em que a maior parte das empresas são PMEs ou micro empresas com parcos recursos técnicos e de conhecimento isso ainda é mais preocupante. Em 2021, segundo a Strongdm, 61% das PMEs foram alvo de ciberataques .
Embora tenha elementos técnicos, a cibersegurança é também gestão e cultura organizacional, pois muitos incidentes resultam do comportamento humano, por vezes inadvertido. A segurança da informação é da responsabilidade de todos.
Ao investir no planeamento e na preparação, em ter procedimentos claros para lidar com incidentes de segurança, as empresas mostram compromisso com a proteção dos dados e a continuidade do negócio, o que reforça a confiança de clientes, parceiros e colaboradores.
Planear e preparar
O planeamento da cibersegurança pode começar com a identificação dos riscos e a avaliação do seu possível impacto, etapas que permitem reconhecer ameaças potenciais e avaliar possíveis consequências. Com base nessa análise, é possível identificar opções de resposta adequadas para mitigar ou evitar os riscos identificados. Em seguida, desenvolve-se um plano de continuidade de negócios, detalhando procedimentos e recursos necessários para assegurar a continuidade das funções críticas durante e após incidentes. Para garantir a eficácia desse plano, é essencial formar, exercitar e manter regularmente as equipas e os processos envolvidos, promovendo uma cultura de resiliência e preparação contínua na organização.
A preparação implica criar políticas e procedimentos claros para identificar e responder a incidentes de segurança. Isto inclui, por exemplo, a formação contínua das pessoas, políticas de backups regulares bem estruturadas e segundo a regra do 3-2-1, ou seja 3 cópias diferentes, 2 formatos distintos e 1 fora das instalações. É crítico fazer avaliações regulares de vulnerabilidades e a implementação de medidas preventivas, como firewalls e sistemas de deteção de intrusões. Uma preparação adequada e pensada com tranquilidade permite uma resposta mais eficaz quando ocorre um incidente.
Nesta fase é preciso identificar as joias da coroa em termos de dados, ou seja, aqueles que são core para o negócio e que devem ser preservados a todo o custo. Também é importante pensar nos serviços técnicos especializados externos a quem se possa recorrer na crise.
Plano de Resposta a Incidentes e continuidade
Um plano de resposta a incidentes detalha as ações específicas a serem tomadas em caso de ataque cibernético, quem faz parte da equipa de resposta ao incidente e como se organiza a resposta. As principais etapas do plano incluem a deteção rápida; medidas de contenção e isolamento imediato das ameaças; remoção dos elementos maliciosos dos sistemas afetados; restauração segura e monitorizada das operações normais.
Em caso de ataque é importante fazer uma análise forense para identificar os vetores de ataque, que sistemas foram comprometidos, que informação pode ter sido roubada, identificar as lições aprendidas para aprimorar futuras respostas e fortalecer a segurança.
O papel da gestão de topo A gestão de topo desempenha um papel central na proteção da informação, sendo responsável por estabelecer uma cultura de segurança robusta e implementar estratégias eficazes de cibersegurança, como o modelo de "zero trust".
Isso inclui a definição de políticas claras de segurança, alinhadas com a estratégia e objetivos da organização, assegurar a criação de planos de resposta a incidentes, a identificação e gestão dos riscos e a garantia de conformidade com a lei. O governo eficaz da segurança da informação é essencial para proteger os ativos e assegurar a continuidade. Muitas vezes é informação pessoal de clientes ou fornecedores que sendo roubada tem sérias implicações legais.
A alta direção deve assegurar a disponibilidade de tecnologias avançadas de segurança, como firewalls, sistemas de deteção de intrusões e soluções de monitoramento contínuo. A formação contínua dos colaboradores em práticas seguras e a contratação de profissionais especializados reforçam a postura de segurança da organização.
É imperativo que a gestão de topo aloque os recursos financeiros e humanos necessários para essas iniciativas, reconhecendo que os investimentos em segurança são compensados pela mitigação de riscos e prevenção de perdas financeiras e reputacionais significativas no futuro.
A promoção de uma cultura organizacional que priorize a cibersegurança é outra responsabilidade crucial da liderança. Isso envolve a consciencialização e a formação regular dos colaboradores sobre as melhores práticas e políticas de segurança, incluindo a realização de workshops, simulações de ataques e a disseminação de informações atualizadas sobre ameaças emergentes.
Uma cultura de segurança bem estabelecida reduz significativamente o risco de incidentes causados por erro humano, fortalecendo a resiliência da organização face aos desafios cibernéticos atuais.
Em resumo, a preparação proativa e o planeamento estruturado são essenciais para proteger as organizações contra as crescentes ameaças cibernéticas, garantindo resiliência e continuidade organizacional. 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Executive Fellow. IESE Business School Prof. Adrián Caldart. Professor de Política de Empresa AESE Business School. 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AESE insight #124

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Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Los Nuevos Gigantes del Asfalto: Cómo las Automotrices Chinas Están Redefiniendo el Liderazgo Global' color='' style='' custom_font='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] INTRODUCCIÓN
En los últimos años, las empresas automovilísticas chinas han dejado de ser competidores emergentes para convertirse en líderes indiscutibles de la revolución eléctrica, compartiendo el protagonismo con Tesla, el pionero global de la movilidad sostenible. Este avance de las marcas chinas no solo ha sido impulsado por la innovación tecnológica y la producción a gran escala, sino también por el respaldo estratégico del gobierno chino. A través de generosos subsidios, políticas de apoyo a la sostenibilidad y una red en rápida expansión de infraestructura de carga, el país ha allanado el camino para que sus fabricantes de vehículos eléctricos desafíen a gigantes establecidos, tanto en el mercado interno como en el global. Este artículo explora cómo las automotrices chinas, además de Tesla, están transformando la industria automotriz, Además, identifica los retos principales a los que se enfrentan las automotrices chinas para consolidar su posición en China y establecerse en otras regiones, confirmando su papel global.
I. El contexto global de la movilidad Si bien Tesla fue el pionero que marcó el camino de la transición hacia la movilidad eléctrica, de forma silenciosa se estaba gestando en China un desarrollo masivo de la industria de vehículos eléctricos promovida y financiada en buena medida por el Gobierno Chino. De hecho, en el 10º Plan Quinquenal para el Desarrollo de la Ciencia, la Tecnología y la Educación -una iniciativa de desarrollo de alto nivel del Gobierno Chino para el periodo 2001-2005-, las baterías de iones de litio y los vehículos eléctricos se identificaron como nuevos focos de desarrollo:
Un estudio del Center for Strategic and International Studies (CSIS) cifra en más de 230 millardos de dólares la ayuda del gobierno chino a la industria de vehículos eléctricos en el período 2009-2023.
En ese período, se registraron en China hasta 487 marcas de vehículos eléctricos, de las cuales a principios de 2025 quedan 123 marcas vigentes, tras un proceso natural de consolidación competitiva.
Factores claves de éxito de las automotrices chinas
Si analizamos cuáles han sido los factores clave del éxito de las automotrices eléctricas chinas, destacamos:
  • Creciente demanda interna.
  • Innovación tecnológica.
  • Diseños modernos y atractivos.
  • Apoyo del gobierno.
  • Ventaja operativa.
Se trata ahora de determinar si algunos de estos aspectos son trasladables a la arena global y pueden ser ventajas competitivas de largo plazo para los fabricantes chinos. Si bien el gigantesco mercado interno ha jugado un papel esencial en promover la aparición y progreso acelerado de las nuevas empresas de automoción en China, relativizamos este aspecto en el análisis competitivo y nos centramos en los desafíos no derivados de la ganancia de escala por la venta en China.
Innovación Tecnológica: Los fabricantes de automóviles chinos han desarrollado en poco tiempo una tecnología eléctrica superior al promedio, y muy cercana al líder y referente del sector Tesla. La tecnología de los coches del presente y del futuro pivota alrededor de tres ejes principales:
  1. Tecnología eléctrica: este es un concepto amplio que va más allá de la autonomía. La tecnología eléctrica incluye no sólo las baterías y el sistema de tracción dado por los motores eléctricos, pero también los sistemas relacionados con la carga y su eficiencia. Además de las prestaciones y la autonomía, los líderes de la industria deberán pensar cómo extender el uso de las baterías, y mejorar la actual tecnología y modelo de negocio para maximizar el valor de reventa.
  2. Tecnología autónoma: el gran potencial que genera la conducción autónoma en nuevos modelos de negocio y fuentes potenciales de ingreso hace que este eje de innovación y desarrollo sea fundamental en el valor de las empresas automotrices. Existen aún múltiples incógnitas sobre la tecnología y su aplicabilidad, pero parece que hay consenso en que este es y será un factor decisivo de diferenciación.
  3. Interconectividad: permite la comunicación bidireccional entre vehículos, infraestructuras y otros dispositivos, así como la comunicación del vehículo con las redes exteriores, habilitando a los pasajeros para funciones de entretenimiento y contenidos, que serán cada vez más importantes a medida que avanza la tecnología autónoma.

Las fortalezas de estos fabricantes chinos pueden verificarse al comparar algunos de sus modelos con sus equivalentes occidentales.



Ingeniería, Diseño y Gama de Productos: Una de las consecuencias de la competencia intensa entre las empresas chinas en su mercado local durante los últimos años ha sido el desarrollo significativo que el sector ha mostrado en ingeniería y lanzamiento de productos, reduciendo los plazos de desarrollo en aproximadamente un 30 % en comparación con los OEM tradicionales. Además de la flexibilidad de la red de proveedores, muchas veces menores y más ágiles que en Europa y Estados Unidos, los nuevos players han aplicado un enfoque más modular en el diseño y aprovisionamiento de componentes, confiando a un menor número de proveedores subconjuntos para su ensamblaje final. Además, los fabricantes chinos se han apoyado en métodos virtuales de prueba y test para reducir los largos tiempos de homologación de dos años a menos de uno.
Un aspecto destacable es cómo las empresas automovilísticas chinas han diversificado geográficamente sus competencias de ingeniería y diseño. Como se puede observar en las tablas de la sección II, las principales empresas de automoción han establecido centros de I+D en Europa, Estados Unidos, Mexico, buscando completar sus competencias y atrayendo talento extranjero en disciplinas como ingeniería de componentes, IA, conducción autónoma, ADAS. Además, las principales empresas chinas han contratado como máximos responsables de diseño a profesionales contrastados de la industria que anteriormente diseñaban vehículos para las principales marcas occidentales como, entre otros, Stefan Sielaff, máximo responsable de diseño de Geely y antiguo diseñador de Audi, Bentley, VW, que lidera un equipo de 900 personas distribuidos entre Gothemburg, Shanghai, Kuala Lumpur y Coventry.
La agilidad y rapidez de la industria china, unido al impulso regulatorio y la demanda creciente, han hecho que las marcas chinas tengan catálogos ricos en modelos y variantes. Existen en China más de 600 variantes de vehículos eléctricos de pasajeros dentro de aproximadamente 250 modelos, cifra muy superior a las 400 variantes disponibles en Europa procedentes de 165 modelos.
El papel del Gobierno Chino Hemos mencionado ya el papel del gobierno chino como promotor de empresas automotrices centradas en el vehículo eléctrico. Contrariamente, en Europa y en Estados Unidos ha existido una inercia muy difícil de vencer de los fabricantes tradicionales, muchos de ellos con enormes inversiones en motores de combustión. Aunque los OEM europeos y americanos han reaccionado al ataque de Tesla mediante el lanzamiento de gamas de vehículos eléctricos, y la Unión Europea y el gobierno norteamericano han impulsado la descarbonización del sector, han existido frenos a la implantación de los vehículos eléctricos que en China no han pesado en la misma medida:
  1. Matriz de Energía: China es deficitaria en combustibles fósiles y por tanto ha debido acelerar la inversión en fuentes renovables. Sin duda, la electrificación del transporte en China es esencial para poder “liberar” combustibles derivados del petróleo para las industrias chinas. En Estados Unidos, por el contrario, existe superávit de energía fósil (gas y petróleo) lo que no presiona de la misma manera en la electrificación del transporte. En Europa, la presión de la conversión es mayor que en Estados Unidos, pero desigual entre estados con matrices energéticas muy diferentes.
  2. Estructura del Estado en China: el capitalismo autocrático de China favorece la regulación homogénea y la rapidez en la ejecución. El efecto de la “hoja en blanco” de la estrategia para promover la electrificación del transporte en China en los últimos años ha sido decisivo en el auge de las empresas chinas de coches eléctricos.
  3. Lobby de las empresas tradicionales de automoción: existe una gran concentración en Estados Unidos, Europa y Japón, y las grandes empresas de automoción tienen aún grandes inversiones no depreciadas en fabricación y tecnología de vehículos de combustión. Los costes de conversión son enormes en las regiones de costes elevados como Europa.
  4. Desigual implementación de la infraestructura de recarga por regiones. El lobby de las empresas de energía también ha actuado como ralentizador del despliegue de puntos de recarga en Europa y en Estados Unidos, utilizando aún una proporción baja de las estaciones de servicio existentes y priorizando aún el repostaje de los vehículos de combustión.

Infraestructura de Carga Según las estadísticas de la Alianza de Carga de China, el aumento de infraestructura de carga desde enero hasta diciembre de 2024 fue de 4.222 millones de unidades, un aumento del 24.7% en comparación con el año anterior. Entre ellas, el aumento de puntos de carga públicos fue de 853.000 unidades, un descenso del 8.1% en comparación con el año anterior, mientras que el aumento de puntos de carga privados instalados junto a vehículos fue de 3.368 millones de unidades, un aumento del 37.0% en comparación con el año anterior. A diciembre de 2024, el número total de infraestructura de carga en China fue de 12.818 millones de unidades, un aumento del 49.1% en comparación con el año anterior.
La densidad de puntos de carga por vehículo eléctrico en China es muy superior al de Estados Unidos y Europa, con la excepción de Holanda. Es este un aspecto esencial para explicar la desigual penetración del vehículo eléctrico por regiones. Como ya hemos mencionado, lo verdaderamente diferencial de esta diferencia ha sido el papel del gobierno en la promoción de la infraestructura, en contra a veces de los lobbies empresariales establecidos en el sector de la energía. Además, la proporción de puntos de carga rápida en China supera el 40 % mientras que en Europa es inferior al 20 %.
Ventaja operativa Existe la tesis que indica que las automotrices chinas están desarrollando una ventaja operativa y de costes frente a sus rivales occidentales.
La hipotética ventaja competitiva de las automotrices chinas se sustenta en la predominancia de la tecnología eléctrica en el futuro cercano y la teórica ventaja adquirida en esta tecnología por las automotrices chinas, dada por:
  1. Menores costes de manufactura: esta es una ventaja derivada de la escala, los menores costes laborables y la mayor productividad laboral en China. No obstante, es discutible que sea trasladable a otras regiones. Será interesante ver si los fabricantes chinos desarrollan tecnologías y procesos de fabricación innovadores y diferenciados que les permitan mantener un liderazgo operativo fabricando en otras regiones, parecido al know-how de manufactura que facilitó el liderazgo de Toyota a partir de la década de los ochenta, igualando e incluso superando a rivales europeos como VW con mayor antigüedad en la industria. Es verdad que no se trata de una reinvención total de la industria, pero la fabricación de vehículos eléctricos, autónomos e interconectados añade algunos aspectos que definirán la estrategia industrial de las marcas y pueden definir el liderazgo operativo. Es posible que los fabricantes chinos dispongan de algunos años de ventaja respecto a los fabricantes europeos y americanos.
  2. Mayor integración de la cadena de suministro y acceso a materiales clave, como las baterías. Este es probablemente el aspecto más importante y en el que la industria del automóvil china parece tener una ventaja respecto de las empresas de automóviles europeos y los OEM tradicionales americanos. China domina la industria de fabricación de baterías, con más del 60 % de cuota de mercado mundial. Además, China controla la mayor capacidad mundial de refino de los metales clave en la fabricación de baterías como el Li, Co, Ni. Aguas arriba, China ha asegurado los recursos mineros estratégicos, muchas veces a través de inversiones en otras regiones a través de las empresas mineras estatales. Según el analista del sector Chris Berry, China cuenta con una ventaja de entre 10 y 15 años sobre el resto del mundo en cuanto a la cadena de suministro de baterías para vehículos eléctricos.
La posición de China es dominante en muchos de los minerales clave a lo largo de la cadena de valor desde el refino y procesamiento del mineral hasta la producción de beterías y vehículos. Pese a que los recursos mineros no están predominantemente en China, a excepción del grafito, China tiene inversiones mineras muy importantes en los países de origen de los minerales. En la actualidad, China refina el 68% del níquel, el 40% del cobre, el 59% del litio y el 73% del cobalto del mundo, y sigue ampliando sus explotaciones mineras. China explota casi el 70 % de los recursos de Cobalto de la República Democrática del Congo, y también está tomando posiciones en las fuentes principales de litio en Sudamérica (Argentina, Bolivia, Chile).
Tras analizar los factores que han permitido a las empresas automotrices chinas irrumpir con fuerza en la escena mundial del sector, y a modo de conclusión, daremos nuestro punto de vista acerca de la importancia de cada uno de estos a largo plazo como fuente de ventaja competitiva de los fabricantes chinos. Pensamos que las empresas chinas automovilísticas que puedan competir por escala globalmente tienen una ventaja competitiva operativa trasladable a otras geografías a lo largo del tiempo debido a sus costes y a una integración mayor en la cadena de suministro de baterías, además de acceso a los recursos favorecido por una estrategia nacional.
Adicionalmente, consideramos en los aspectos de desarrollo de tecnología eléctrica y autónoma, y otras funcionalidades de software las empresas chinas competirán ferozmente con las automovilísticas occidentales, y será fundamental en esta competencia el papel de las alianzas entre empresas automotrices y empresas tecnológicas. Será importante el papel de los gobiernos en la promoción de las iniciativas de IA y también la regulación de la conducción autónoma.
Finalmente, creemos que, si bien las empresas chinas han mejorado de forma acelerada sus diseños y cuentan con un mercado nacional cada vez más exigente, creemos que tienen una ligera desventaja frente a las marcas europeas, japonesas y americanas, que han construido su credibilidad e imagen de marca durante décadas. Existe aún cierta resistencia entre los usuarios de más de 50 años que sigue siendo el segmento principal de compradores. No obstante, y más rápido de lo que ocurrió con las marcas japonesas en los 70s y 80s y las coreanas a partir de los años 90, estimamos que esta desventaja competitiva no durará mucho tiempo en Europa y Estados Unidos. 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av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Maria de Fátima Carioca Dean da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/03/Fotos-oradores-AAbrunhosa.png' attachment='8223575' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-124-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] 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AESE insight #123

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Prova disso mesmo, é o encontro anual em Davos. Desde a pandemia, para não ir mais atrás, que os mesmos grandes temas se mantêm em palco: a Geopolítica a ser a grande protagonista, com as tensões a nível mundial e os desafios crescentes à cooperação global; contracenando com a Economia, com a Ásia a liderar o crescimento mundial, as economias emergentes a crescerem a um ritmo robusto e a Europa com um crescimento anémico; e a completar o elenco, os chamados temas do “futuro” como a Inteligência Artificial, a acelerar tecnologicamente mas com uma penetração ainda tímida na maioria das indústrias e a Transição Energética, com avanços relevantes mas equilíbrios ainda difíceis de atender. Talvez o maior valor de Davos seja o diálogo que se gera entre entidades muito díspares pelo simples facto de se encontrarem pessoalmente. E, por isso, já vale a pena.
Contudo, existem cenários que nos devem igualmente interpelar e em relação aos quais esta complacência (ou mesmo esquecimento) mundial não é aceitável. Refiro-me a situações de conflito, em concreto, vem-me à memória mais um aniversário da Guerra na Ucrânia.
Todos os dias, nessa frente de batalha, continuam a morrer soldados – ucranianos e russos. Todos os dias, tragicamente, é derramado sangue de pessoas que têm um nome e uma família. Todos os dias, tragicamente, são lançados drones e mísseis, nas suas diferentes variantes, produzindo estragos materiais e perdas humanas. As cidades anteriormente com vida deram lugar a montes de escombros. Já houve picos de maior tensão, já houve momentos de maior drama. Os números vão variando. Quase parece tilintar grotescamente a famosa frase de Stalin: “Uma morte é uma tragédia, um milhão de mortes é uma estatística.” Vivemos ao longo dos últimos três anos uma contínua tragédia. Fronteiras que avançam, fronteiras que recuam; frentes que se abrem, frentes que se fecham; soldados que morrem, soldados que sobrevivem.
Zelenskyy esteve presente em Davos, mas discretamente. Longe vão os tempos em que ele próprio era a notícia. Algo mudou em três anos. Ora, se no seu essencial a guerra não mudou, então o que mudou? No meu entender, duas variáveis mudaram: o dramatismo curto-prazista dos media e a banalização do mal por parte de todos nós. E o que é curioso é que estes dois fenómenos se alimentam mutuamente.
É fácil recordar os jornais de fevereiro/março de 2022. Não havia outro tema. Fomos invadidos por imagens da Ucrânia vitimada. Os tempos de antena, antes preenchidos com os boletins de vacinações, foram inteiramente substituídos por análises militares e crises humanitárias. A nossa atenção foi hiper-absorvida com o que se passava no Leste da Europa. Hoje, já não é assim. Não são raros os dias em que os principais noticiários nem sequer mencionam o assunto, mesmo mantendo-se a guerra igualmente trágica.
Mas não foram só as prioridades dos media que mudaram. Nós próprios também mudámos. A indignação, na maioria das vezes, não passa de um impulso momentâneo. Com o tempo, vence-nos o cansaço de condenar os crimes, mesmo quando estes permanecem impunes. Se a indignação não for acompanhada por uma ação constante e determinada, cedo se esgota. Perante a persistência do mal, muitos sentem-se impotentes e acabam por regressar à apatia, habituando-se à coexistência com o próprio mal, conformando-se com a normalização da injustiça.
No entanto, aquele que se habitua a um mal e nele se acomoda, pactua silenciosamente com o mesmo. Se reconhece a sua existência, se se indigna com o mal, mas nada faz para o erradicar, está a abrir caminho à indiferença e ao individualismo e estes fecham-nos ao destino dos que nos rodeiam, anestesiando o coração.
Não fazer nada de mal, não basta. Porque se mata também com o silêncio, mata-se também com o estar à janela. O exato contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença, que reduz o outro a nada: não o vejo, não existe. O maior mal é ter perdido a capacidade de ver, de escutar, ter perdido a sensibilidade fina do coração.
A indiferença e a inércia perante a injustiça são, em si mesmas, uma forma de cumplicidade. Não podemos nem devemos, invocando a distância, o descuido ou o puro desinteresse, perder a capacidade de chorar com aqueles que choram. É imprescindível que resistamos ao efeito narcotizante deste hábito perverso que nos retira humanidade. Há que o enfrentar com paciente fortaleza.
Há 3 anos, um casal amigo recebeu uma família de refugiados (mãe e 4 filhos; o pai permaneceu a combater), ajudou-os a encontrarem um trabalho que lhes devolvesse a dignidade, uma escola que acolhesse os filhos e uma casa onde pudessem voltar a reconstruir o lar. Até aqui, como este casal conheço alguns. Mas há pouco tempo reencontrei-os e contaram como, com constância e perseverança, nunca se cansaram, nunca deixaram de se manterem atentos e assim se tornaram verdadeiramente amigos dessa família. Hoje continuam a visitar-se e apoiar-se mutuamente. Destes casais, destes heróis, conheço muito poucos.
Em larga medida, a nossa vida é constituída por acontecimentos imponderáveis e neste mar, como Fernando Pessoa gostava de chamar à vida, a nossa nau é por vezes sacudida por fortes ondas e tempestades. A fortaleza torna-nos marinheiros resistentes e resilientes, que não se assustam nem desanimam. Mestres da nossa própria nau, conhecedores dos Pontos Cardeais, superamos obstáculos e seremos capazes de conduzir a nau a bom porto.

Artigo publicado no Dean's Corner do Jornal de Negócios [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2024/11/AESE-insight-119.-4.png' attachment='8219375' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-123-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Los Baby Boomers: Un Lujo para las Empresas del Siglo XXI ' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Rafael de Lecea Professor da Área de Política de Empresa [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='As recomendações de leitura' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Boards Need a New Approach to Technology
Make it agile: how agile manufacturing can democratize access to high-tech production capabilities
Europe in the intelligent age: From ideas to action [/av_textblock] [/av_one_full] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='Tip of the week' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] "A chave para a inovação digital é aprender a usar dados para tomar decisões mais rápidas e inteligentes" Andrew McAfee [/av_textblock] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #123

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Esto es el resultado de dos factores conocidos: un aumento de la natalidad en los años posteriores a la II Guerra Mundial, en la segunda mitad del S.XX, seguido de una gran caida en su parte final, confirmada en los primeros años del S. XXI, que se mantiene así como tendencia.
Y, por otro lado, de un magnífico avance de la esperanza de vida.
El aspecto cualitativo de esa prolongación de la vida cronológica consiste en que se hace además en condiciones de salud mucho más favorables.
Esto incluye la capacidad, y también la frecuente voluntad de las personas de continuar activos y, en lo que a las empresas se refiere, de seguir aportando su talento – además de su experiencia – al progreso de la organización.
Así, es cada vez más frecuente la convivencia activa de, al menos, cuatro grupos generacionales entre los 20 y los 70 años.
Y no sólo en las empresas familiares, donde por su propia naturaleza de vínculos afectivos, era más habital, sino en cualquier tipo de organización.
En términos de gobierno, los llamados Códigos de Buenas Prácticas, o denominaciones similares, que solían establecer límites de edad a la responsabilidad de las personas en la toma de decisiones (típicamente 65 años para los ejecutivos y 70 para los no ejecutivos) están siendo modificados, sea formalmente, o en la práctica, para adaptarse. Se trata de que una norma no prive a la organización de la aportación de esas personas “mayores” (YOLD, Young Old en la terminología acuñada por el Profesor Stein del IESE).
Uno de los grandes desafíos de estos tiempos para los gestores de las empresas es la búsqueda del talento, y su conservación con entusiasmo y ambición.
La evolución de la pirámide de población que se ha señalado ha regalado a este siglo, y a las organizaciones de la sociedad, un cuarto grupo de edad, entre los sesenta y setenta años, cuyo talento puede ser disfrutado y aprovechado para la toma de decisiones empresariales.
Como consecuencia, pueden señalarse dos características y un desafío para los gestores, todos ellos exigentes y condicionantes del éxito. 1. La primera es la variedad y la riqueza del talento que aportan cada uno de los grupos en su actividad. Los cuatro contribuyen desde su situación particular, con factores propios que combinan:
  • .la formación y el conocimiento técnico adquirido y actualizado.
  • la experiencia ya conseguida en cada uno de sus momentos vitales, sobre todo en el éxito o fracaso de las decisiones tomadas, pero también en la convivencia dentro de la estructura de la empresa.
  • la flexibilidad, incluyendo la movilidad, dentro de la organización.
  • el grado de ambición personal.
  • os aspectos de salud y capacidad física.
Variedad de aportación significa diferentes tipos de riqueza, recursos válidos y útiles para hacer crecer a la organización, y facilidades para alcanzar los objetivos, tanto los que ya están previstos como los extraordinarios que nacen de las oportunidades nuevas que aparecen. 2. La segunda característica de este panorama, vinculada también a la anterior, o sea, la variedad de las contribuciones en cada grupo, es que facilita el que no se bloqueen las carreras profesionales. Es decir, que los grupos, sobre todo los más jóvenes, no vivan necesariamente con un “techo” inamovible y frustrante,.
  • El grupo más joven sí vivirá con la tensión de las nuevas incorporaciones jóvenes (por ejemplo, de las generaciones siguientes en la empresa familiar) y por eso su ambición será precisamente la de saltar al próximo grupo profesional.
  • Por otro lado, los YOLD sí que tienen un “techo” natural etario, inamovible y determinante, aunque hoy esté más lejos que antiguamente.
  • Pero su aportación está configurada precisamente por el necesario abandono, en sus actuales posiciones, de dos criterios “clásicos” de las carreras de los directivos: subir en la organización y ganar cada vez más dinero.
  • Su papel se define ahora por otras reglas que ya no son estas, es decir, se enmarcan en todo el amplio campo que se denomina desde hace años en los Estados Unidos como “segundas carreras profesionales”.
  • Estas incluyen nuevos roles como: miembros del consejo de administración, o de consejos asesores, senior advisors o interim managers, tema para otros artículos.
3. El tercer aspecto, el que hemos llamado “desafío para los gestores” es, precisamente, la configuración y organización de los grupos, el establecimiento de unas reglas que permitan a la empresa aprovechar eficazmente todo el variado talento disponible. Que cada grupo de personas esté situado en el organigrama con las tareas, modelo de retribución, momento de su carrera profesional y perspectivas futuras que le correspondan. Las que ellos esperan, las que permiten a la empresa, en un entorno lo más cordial y feliz posible, disfrutar de esa riqueza.
Hacia finales de este siglo, suponiendo que se consiga mantener la paz y la prosperidad, al menos en este mundo “occidental”, la pirámides de población se irán haciendo más verticales, con grupos etarios más igualados a medida que la generación de baby boomers va desapareciendo.
Por eso, la oportunidad es ahora. [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2024/11/AESE-insight-119.-3.png' attachment='8219374' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-123/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='O que mudou após três anos de Guerra na Ucrânia? ' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Maria de Fátima Carioca Dean da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='As recomendações de leitura' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Boards Need a New Approach to Technology
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AESE insight #122

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O conceito de custo afundado é relativamente recente. Não existia na teoria clássica de valor, aquela que Aristóteles e Platão assumiam, e também usada por Adam Smith e Karl Warx nas suas obras, e conhecida comumente como teoria do valor-trabalho. Segundo esta teoria, o valor de qualquer bem ou serviço é o total dos custos do trabalho que esse bem e serviço incorpora, os necessários e os desnecessários, os relevantes, os irrelevantes e até os detrimentais. Por incrível que pareça, esta teoria ainda é usada, explicita ou implicitamente, por muitos gestores, seja os da coisa pública, seja os do sector privado.
É implicitamente usada quando dizem, por exemplo, “já investimos (gastámos) tanto neste projeto (produto, serviço, estratégia), que temos que fazer qualquer coisa (isto é, investir ou gastar mais) para o tornar rentável”. Não! Qualquer novo investimento deve ser avaliado comparando os cash-outflows que o investimento adicional vai exigir com os cash-inflows que se espera que ele nos traga no futuro. Introduzir o que já foi gasto no passado irá distorcer a análise e, muito provavelmente, levar a uma má decisão.
Também é implicitamente invocada quando defendem: “já gastámos tanto neste projeto, que ele nunca será rentável”. Também isto é uma falácia. O que é preciso ver é se o que se vai investir a partir de agora trará um rendimento que compense esses investimentos adicionais, independentemente do que já foi gasto no passado.
Infelizmente, quase todos nós não conseguimos largar os nossos custos afundados. O profissional que diz, “já investi tanto tempo e esforço nesta empresa que uma nova aventura profissional nunca compensará”, está agarrado a eles. A perspetiva correta seria: “vamos lá é comparar o que outra empresa me pedirá e dará com o que esta me pede e poderá dar”.
De igual modo uma empresa que diz, já investi tanto neste profissional que o substituir não compensará”, está a cometar o mesmo erro, que um dia a arrastará para o fundo com se tivesse uma mó presa ao pescoço. E, infelizmente, também cometem o mesmo erro todos políticos que dizem: “já investimos tanto no SNS, na CP, na TAP, etc., que agora não o/a/@ podemos abandonar sem grande prejuízo”. A questão correta é: será que os novos apoios (investimentos) se tornarão em novas perdas ou em incríveis proveitos?
Foi dito acima que o conceito de custo afundado é relativamente recente, mas isto só é parcialmente correto. É verdade que é relativamente recente, terá um século e meio, na teoria económica e na gestão empresarial, nos gabinetes empresariais e nas salas de aula universitárias. Mas já há muito tempo que é conhecida pelo nosso povo, pelos merceeiros e pelos taberneiros. É pelo menos tão antiga como os provérbios “águas passadas não movem moinhos” e “chorar por leite derramado”.
A dificuldade da sua aplicação não está no desconhecimento ou complexidade do conceito. Está antes na nossa incapacidade de nos desprender e largar uma maçã que apanhámos no passado. [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/01/2.png' attachment='8222050' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-122-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='A armadilha da comparação' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] João Valentim Professor de Fator Humano na Organização [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/01/3.png' attachment='8222051' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-122-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Inteligência Artificial – Como passar da prova de conceito?' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Rui Tomás Professor de Operações, Tecnologia e Inovação da AESE [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' 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color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Interpersonal skills The Art of Asking Smarter Questions 
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TimeCo Futures Why Youth Entrepreneurs Are Key To Tackling Climate Change in Africa [/av_textblock] [/av_one_full] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='Tip of the week' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] "A interseção de disciplinas é onde a inovação mais disruptiva acontece." Frans Johansson [/av_textblock] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #122

[av_section min_height='' min_height_px='95px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' scroll_down='aviaTBscroll_down' custom_arrow_bg='#f37421' id='' color='main_color' custom_bg='#ffffff' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Artigos e Recomendações da edição #122' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] AESE insight #122 > Thinking ahead [/av_heading] [/av_one_full] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/01/2.png' attachment='8222050' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='post,3198769' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='João Valentim' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Professor de Fator Humano na Organização [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='A armadilha da comparação' tag='h3' style='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Quem ainda não se comparou com alguém ao clicar aqui e ali? Quem não se deixou levar por uma leve inveja, orgulho ou frustração?
A cultura de permanente comparação social não nos dá tréguas: Como está aquela pessoa? E eu, como estou? Quão satisfeito posso estar com a minha vida?
Ora se durante milhares de anos cada um comparava-se com o pequeno círculo de pessoas com que se cruzava - como estará o meu vizinho na aldeia? tem mais gado do que eu? e como é a sua família? - hoje vivemos num mundo diferente e digital. Vemos centenas de outras pessoas por dia, ainda que nos sintamos menos vizinhos de quem nos rodeia.
Importa reconhecer que a comparação serve um propósito natural: compreender onde estou num determinado grupo, como posso melhorar e o que tenho de bom. A comparação surge porque responde à nossa necessidade de pertença a um grupo, de reconhecimento e validação, de crescimento e progressão.
Mas como qualquer comportamento natural, o problema não é tê-lo, é deixar-nos levar por ele. Se vemos quem parece estar pior, ficamos melhor, se vemos quem parece estar melhor, ficamos pior. É um jogo perigoso, em que na realidade ninguém sabe o que é melhor ou pior...
Se fizermos estas comparações dezenas de vezes ao dia - quem me dera aquela promoção, olha que belas férias, olha que sucesso tem … - estaremos a percorrer um caminho esgotante e desumanizante. Tantas vezes a nossa baixa auto-estima não vem de nos compararmos, mas por termos baixa auto-estima é que nos comparamos!
Medimos os outros pelas suas conquistas externas, mas medimo-nos a nós mesmos por critérios internos. Naturalmente, a diferença é gritante.
Também nas organizações caímos na armadilha da comparação: vejam que sucesso eles têm, como toda a gente está a fazer aquilo…e ao procurar seguir sem critério quem nos rodeia, desvalorizamos a nossa cultura e identidade própria, minamos a confiança das pessoas e equipas e esquecemos o que nos torna únicos e relevantes.
Por isso, as comparações que fazemos, fazem diferença na nossa vida pessoal e profissional. Sabendo que ninguém é imune à comparação, como podemos usar esta tendência a nosso favor?
  • Re-conhecer: o que pode parecer invejável no outro é apenas uma imagem cuidadosamente pensada e editada, não mais que isso. Por trás de cada conquista ou sucesso pode estar um sofrimento ou fracasso que nem suspeitamos. E o que parece bom talvez seja uma armadilha dourada, ou o que parece uma desgraça profissional pode vir a ser uma oportunidade gloriosa. Ganhemos prudência e sentido crítico nas interpretações que fazemos.
  • Re-aproveitar: Em vez de me preocupar com o que os outros têm e eu não, reconhecer com alegria onde já cheguei e o que posso aprender com os outros. Comparar-nos com outros pode inspirar melhorias, sobretudo quando vemos modelos que nos parecem alcançáveis. Aprender com quem está mais maduro numa certa área pode ajudar. Aproveitemos os bons exemplos sem nos deixar esmagar por uma comparação desenfreada e fútil.
  • Re-educar: se os pais educam os filhos numa constante comparação com colegas e amigos - vês como ele teve melhor nota? Vês como ela faz? - não é de espantar que vejamos jovens inseguros e em constante ansiedade social. Devemos antes educar para a auto-estima, responsabilidade e empenho pessoal. Mais do que ter determinada nota, o que interessa é se demos o nosso melhor. A re-educação implica passar da competição e da avaliação exterior, para a colaboração e melhoria interior.

A comparação faz parte da nossa natureza. Em tempos de excesso de estímulos e de exagero de consumo de redes sociais, suspeitemos das fórmulas pré-definidas de beleza ou sucesso. A verdadeira conquista não é um concurso de popularidade, mas uma batalha interior que só o próprio sabe quanto significa.
Importa re-conhecer, re-educar e re-aproveitar o que temos de autêntico e único: não somos mais uma cópia para repetir os sucessos ou expectativas dos outros. Somos novos e originais.
Tenhamos confiança que cada um de nós tem uma voz única e um contributo único a dar. Saibamos vivê-lo com autenticidade e coragem. Isso sim será incomparável. [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/01/1.png' attachment='8222049' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-122/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Custo Afundados' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] José Santos Professor Convidado da AESE [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/01/3.png' attachment='8222051' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-122-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Inteligência Artificial – Como passar da prova de conceito?' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Rui Tomás Professor de Operações, Tecnologia e Inovação da AESE [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='As recomendações de leitura' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Interpersonal skills The Art of Asking Smarter Questions 
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